FicaDica – Violence and Videogames novembro 18, 2009
Posted by Zé in Cultura Gamer.Tags: digitalgames.fr, ficadica, guillaume de fondaumiere, heavy rain, playstation 3, quantic dream, violence and games, violencia nos games
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Entrevista muito interessante com Guillaume de Fondaumiere, vice-presidente da Quantic Dream, estudo produzindo o jogo Heavy Rain, que será lançado ano que vem para o Playstation 3. Guillaume discute a violência nos games e o tabu de que eles tornam as pessoas violentas.
Produzido por digitalgames.fr
O mundo louco de Muramasa novembro 16, 2009
Posted by Zé in Cultura Gamer.Tags: beat'em up, cultura japonesa, estilo artistico, folclore japones, gametv, george kamitani, graficos diferentes, ito jakuchi, kaii higashiyama, kawai gyokudo, madworld, mitologia japonesa, muramasa the demon blade, nintendo wii, rpg de ação, sega, sin city, vanillaware
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Há duas semanas atrás, comprei dois jogos novos para o Nintendo Wii, MadWorld e Muramasa: The Demon Blade (por isso o blog não foi atualizado ultimamente). Esses jogos não tem qualquer relação entre si quando se trata de jogabilidade ou história. Muramasa é um RPG de ação inspirado na mitologia e folclore japonês, e MadWorld é um beat’em up onde o que conta é matar seus oponentes da forma mais cruel e criativa possível.
No entanto, o aspecto em comum desses jogos, e o que faz deles algo diferente de todo o resto, é a estética. O visual de ambos, cada um a sua maneira, é primoroso, fugindo do padrão ultra-realista que vemos na maioria dos jogos de hoje. Nada contra esse estilo visual, os gráficos realistas dos consoles da nova geração são fantásticos, mas é bom ver algo diferente uma vez ou outra. Sem mais delongas, apresento o estilo de cada um desses jogos:
Muramasa: The Demon Blade
Muramasa é, com toda certeza, um dos games mais bonitos que já joguei. Sei que alguns podem virar a cara para o jogo por ele ter progressão em 2D,mas é exatamente nesse ponto onde Muramasa brilha. Em entrevista ao site GameTV, George Kamitani, criador do jogo, disse que para criar o estilo visual único do jogo, se inspirou em artistas como Kawai Gyokudo, Kaii Higashiyama, e Ito Jakuchi.

Muramasa é o Chuck Norris dos games no quesito beleza
Okay, nunca tinha ouvido falar de nenhum desses caras, mas após ler a entrevista, fui atrás das obras, e é possível ver claramente a semelhança do estilo artístico de Muramasa com as pinturas. Por isso Muramasa funciona tão bem em 2D. O jogo é feito como se fosse uma gravura japonesa, e muitas vezes eu deixei o controle de lado para ficar olhando os cenários: as planícies verdejantes, o pôr-do-sol ou até mesmo o vento batendo numa plantação de trigo dão a sensação de se estar olhando para um quadro.
Junte a isso os personagens extremamente detalhados, em especial os chefes de fase, que chegam a ocupar a tela inteira, e você tem um jogo que, além de ser lindo, retrata o folclore japonês muito bem.

Ah, pura poesia!
MadWorld
Se você já leu a HQ ou viu o filme Sin City, vai entender rapidinho o estilo visual deste game. MadWorld é um game que tem três cores principais: preto, branco e vermelho, e você não vai sentir falta do resto do arco-íris; isso é mais do que o suficiente para o banho de sangue que o jogo oferece.

Ah, pura violência brutal e desenfreada!
Você pode matar seus inimigos das formas mais malucas possíveis nesse jogo, tudo depende da sua mente doentia. Prenda o seu inimigo com um pneu, atravesse uma placa de trânsito pela cabeça dele e finalize arremessando ele em uma parede cheia de espinhos (acredite, esse é o combo básico do game); se isso der muito trabalho, use a serra elétrica que fica no seu braço e corte seus inimigos em pedaços.
Na minha opinião, essa violência toda só funciona em MadWorld por causa do estilo visual. Se o jogo fosse ultra-realista ele seria, no mínimo, perturbador (fora a polêmica que os moralistas teriam feito em cima do título, vide o que aconteceu com Manhunt 2); a violência no jogo não choca, pelo contrário, ela diverte, pois tudo o que acontece é tão forçado e os inimigos que você enfrenta são tão bizarros, que é impossível não rir do que você está fazendo.

Jack vai roubar seu coração...e esmagá-lo com apenas uma mão
Jogos como Muramasa e MadWorld provam que é possível criar formas artísticas diferentes nos games que funcionem tão bem (ou até melhor) do que o padrão realista. O mundo desses dois games é extremamente cativante, e grande parte disso se deve ao estilo artístico: MadWorld tem uma história incrível, contada como se fosse uma HQ, que me fez questionar diversas coisas da sociedade em que vivemos, e Muramasa apresenta aspectos da cultura e folclore japoneses, como deuses, monstros, e até pessoas reais, de um modo único e fascinante. Portanto, aguardem, pois ainda vou falar muito sobre esses games!
Prince of Persia desafia o destino dos filmes baseados em games novembro 5, 2009
Posted by Zé in Cultura Gamer.Tags: Devil may Cry, Disney, final fantasy, god of war, mario, max payne, piratas do caribe, price of persia trailer, prince of percia, prince of persia filme, sands of time, Street Fighter, uwe boll, warrior within
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Existe uma coisa que deixa os gamers malucos de excitação, mas ao mesmo tempo com muito medo do que pode acontecer: adaptações em filme dos nossos games favoritos. Quem nunca imaginou franquias como Metal Gear, Devil May Cry ou God of War na telona? Com certeza games assim têm potencial para um ótimo filme.
No entanto, a história nos mostra que filmes baseados em games raramente dão certo. Basta ver o que fizeram com Mario, Final Fantasy, Street Fighter e, mais recentemente, Max Payne (não vou nem comentar os “clássicos” criados pelo Uwe Boll, porque o que ele faz está muito longe de ser chamado de filme).
Mas existe uma luz no fim do túnel! Finalmente, foi liberado um trailer oficial do filme Prince of Persia: The Sands of Time. Pelo pouco que dá para ver no trailer, a adaptação tem diversos elementos do primeiro game, como a adaga do tempo, as areias do tempo só podem ser utilizadas pelo príncipe, e é possível ver as acrobacias fantásticas do herói, marca registrada da série. Além disso, os cenários são gigantescos, e os efeitos especiais estão fantásticos.

Agora resta saber o mais importante: se a história do filme será fiel à do primeiro game. Eu aposto todas as minhas fichas de que o filme alcançará esse feito, que parece tão simples, mas que ninguém consegue em filmes sobre jogos, e que a trilogia iniciada por Sands of Times nos games se tornará uma trilogia de filmes, o que possibilitaria contar a história da série muito bem. Por que eu acho tudo isso? Porque o filme está sendo feito pelo mesmo estúdio que criou a série Piratas do Caribe. Se a Disney não conseguir fazer um filme bom baseado em um game, realmente não existe salvação para as adaptações de games na telona.
Trailer de Prince of Persia: Sands of Time
Fato curioso: Vocês notaram que a roupa do príncipe não é a do primeiro game, e sim do segundo? Será que isso indica que já estão pensando em uma continuação baseada em Warrior Within? Só o tempo dirá…
Zombie Walk SP 2009 – vai um miolinho aí? novembro 2, 2009
Posted by Zé in Humor.Tags: freddy krueger, jason, padre dos baloes, resident evil, robotnik, zombie, zombie walk, zombie walk casas bahia, zombie walk fotos, zombie walk sp 2009, zombie walk videos, zumbis
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Vocês se lembram que no meu último post perguntei o que o futuro reservava aos zumbis? pois é, a resposta veio bem rápido: os zumbis saíram do mundo dos games e dos filmes e se tornaram reais! Bem-vindos à Zombie Walk SP 2009!
Para quem não conhece, a Zombie Walk é um envento onde fãs dessas simpáticas criaturas se vestem de zumbis e andam pela cidade procurando cérebros para comer. Melhor do que explicar com palavras, é mostrar imagens e vídeos do evento:
Um pequeno trecho da caminhada, onde quase sou atacado por um zumbi no final:
Zumbis tocando o terror em loja das Casas Bahia:

Nova campanha ambiental: "Salve os animais, coma pessoas" Hã...ok, você tem um machado na mão, não vou discutir

Enfermeiras zumbis! Porque os mortos-vivos também ficam doentes, não sabia?

O Rei do Pop (e dos zumbis) dando o ar da graça

Chaplin, cantando na chuva de sangue da Zombie Walk

Embate do século: Freddy x Jason! Quem ganhou? Não vou contar, se você quisesse saber devia ter ido!

Pegaram até você, Coelinho da páscoa?

Zumbis subindo a escada para comer meu cérebro. Eles demoraram tanto que eu consegui tirar 40950459 fotos antes de fugir

Vesgo e Sílvio zumbis! Eles podiam fazer todos os programas desse jeito, seria engraçado

Padre dos balões + humor negro = essa foto

Esse me lembrou bastante os zumbis do Resident Evil 2, só um pouco mais...azul

Cão zumbi! Essa foi muito criativa, tenho que admitir!

Eu sempre suspeitei que o Robotnik fosse um zumbi...

Zumbis indo até o McDonald's para pedir um McCérebro

Horda tentando atacar a imprensa oficial. Não estaríamos vivos agora se não fosse a cerca anti-zumbis nos protegendo, ufa!
Com isso dá pra ter uma idéia do quão divertido foi a Zombie Walk. Agora, preciso me retirar, pois o meu McCerébro acabou de chegar…hum, miolos!



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