A Mecânica do Jogo junho 22, 2010
Posted by Carlos in Cultura Gamer, JoguEntrevista.Tags: ação, araxá, aventura, cultura, feira jogos, gabeworld, game, gamer, jogador, jogo, maurício alegretti, microsoft, Nintendo, pablo miyazawa, pirataria, portal xbox, PS2, ps3, psx, roger tavares, RPG, sony, videogame, Wii, xbox
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O que é o videogame e sua relação com o jogador? Qual é seu papel cultural? A pirataria é causa ou consequência?
E como funciona isso tudo no Brasil? Por que o gamer brasileiro é como é?
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Leitores atentos, comentem, critiquem, metam o pau, suspirem, divulguem!
TCC de Bruno Araujo e Carlos Oliveira
Edição: Bruno e Carlos
Jogorápido #4: Ano Novo, planeta novo! janeiro 11, 2010
Posted by Carlos in Jogorápido, Jogos Flash.Tags: ação, flash, flash game, jogo flash, terratransform
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Construir um planeta do zero deve ser uma tarefa árdua. Mas nada que alguns cliques não resolvam.
O jogo em flash Tetraform funciona apenas com o mouse. Seu objetivo é Terraformar (sim, esse verbo existe) um planeta, e para isto você deve… destruir naves inimigas! Nem Freud explica essa forçada relação “destruir para criar”, mas ela funciona muito bem: os malvados vêm em ondas, com naves cada vez mais fortes, e você os faz colidir alterando seus campos gravitacionais. É bem simples, na verdade, como se fosse um jogo de ligar pontos, porém, com os inimigos em movimento, às vezes é preciso esperar a hora certa para juntá-los, se não eles batem na sua Terra particular.
Com gráficos bonitos, uma trilha sonora nota 10 (uma única música com sintetizador empolgante), chefes interessantes a cada 4 ondas e – o mais importante – jogabilidade fácil e funcional, não dá para largar Tetraform sem ver seu planeta todo verdinho e saudável.
Para quem tem conta no Newgrounds, há troféus para o jogo!
Jogue Tetraform
Ah, como eu adoro patches! outubro 12, 2009
Posted by Zé in Cultura Gamer.Tags: ação, earthbound, Fatal Frame IV, final fantasy V, inglês, japonês, master system, mega drive, monster land IV, mother, mother 3, Nintendo, patch, patches, playstation, RPG, snes, star ocean, Super Nintendo, tales of phantasia, tradução, Wii, wonder boy, wonder boy VI
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Confesso que não sou um grande fã de jogos de terror, mas se tem uma série que eu nunca joguei, mas sempre tive vontade, é Fatal Frame. O conceito do jogo é muito interessante e a história parece ser fantástica; portanto, quando eu fiquei sabendo do lançamento de Fatal Frame IV para o Nintendo Wii, pulei de alegria e pensei em comprar o jogo um dia. No entanto, a Nintendo, sem nenhuma explicação razoável, mostrou o dedo do meio para todos os fãs ocidentais da série e restringiu o lançamento do jogo apenas para o Japão.
Mas a Nintendo não contava com a astúcia dos fãs-hackers! Três gamers resolveram criar um patch para o jogo, que ao ser colocado em um cartão SD, faz com que o jogo seja traduzido para o inglês. O projeto está quase pronto, resta aguardar para saber se ele vai funcionar direito, mas é muito provável que sim, pois não é de hoje que fãs com conhecimento em japonês e habilidades para hackear um game criam patchs, que traduzem o complicadíssimo idioma japonês e nos permitem jogar pérolas que só ficaram por lá.

A resposta da Nintendo para os fãs de Fatal Frame
Em homenagem a esses fãs, fiz essa lista com os cinco jogos japoneses que eu mais gostei, e que só consegui jogar por causa dos patchs:
-Tales of Phantasia: Foi por causa desse jogo que conheci o que era um patch. A série Tales of é uma das minhas favoritas de RPGs, e isso se deve graças a esse jogo. ToP é o primeiro jogo da série, e revoluciona em todos os aspectos: gráficos e trilha sonora ótimos para a época, história fantástica, com um final de cair o queixo, personagens interessantes e bem desenvolvidos, e um sistema de batalha que aboliu os tradicionais menus dos RPGs e colocou o jogador no controle direto do personagem. Simplesmente perfeito!

-Star Ocean: Esse jogo é tão bonito que não parece um jogo de Super Nintendo, parece ser feito para o Playstation. A história não é lá essas coisas, mas os personagens roubam a cena: a história da maioria deles é muito profunda e faz com que você se afeiçoe a eles. Junte a isso um sistema de batalha viciante, similar ao da série Tales, uma dificuldade absurda (prepare-se para horas e horas de level grinding se quiser terminar esse jogo…), e você tem um título e tanto. Um título, vale dizer, muito, mas muito melhor do que a versão para Playstation…até os gráficos são melhores.

-Wonder Boy 6: Monster Lair IV: Nem tente entender o porquê do nome bizarro desse jogo, a série Wonder Boy tem uma história bem estranha quanto aos nomes dos jogos. Essa série me divertiu muito na época do Master System; aqui no Brasil, os jogos foram adaptados pela Tec Toy, e os personagens originais foram trocados pelos personagens da Turma da Mônica, o que na minha opinião tornou os jogos mais divertidos ainda! Essa série é a mistura perfeita de RPGs com jogos de ação, e Monster Lair IV é um dos melhores da série. As dungeons do jogo não são lineares como nos outros títulos, agora é preciso usar a cabeça para resolver muitos puzzles; e o jogo deixou de ser medieval para se tornar uma história à la As Mil e uma Noites. Além disso, pela primeira vez o Wonder Boy é uma Wonder Girl!

-Mother/Mother 3: Diferente de certas pessoas que escrevem nesse blog, eu sei reconhecer quando uma série é boa, e Mother é simplesmente fantástico (Carlos, não me bata
). Com apenas um título publicado no ocidente (Earthbound), Mother é uma série que se diferencia totalmente dos outros RPGs por sua simplicidade e humor, e é por isso que ela tem que ser reconhecida e jogada. Em qual outro jogo você tem NPCs que só falam besteira, inimigos bizarros, como hippies, fazendeiros gordos, carros desgovernados e alienígenas? Que eu saiba, só essa, e isso já é motivo suficiente para jogar esses títulos.

-Final Fantasy V: Okay, eu sei que esse título foi lançado oficialmente em inglês para o Playstation, mas a versão do Super Nintendo nunca viu o ocidente, mas graças a um patch muito bem feito, eu pude jogar esse game. Com certeza é um dos melhores Final Fantasy, graças ao Job System, que permite uma customização ampla dos personagens por meio de diversas classes e habilidades, além de chefes que exigem mais do seu intelecto do que do poder de ataque dos seus heróis. Simplesmente um clássico dos RPGs.

Isso conclui a minha lista. Um grande arigatô a todas as pessoas que se dedicam a traduzir games (na maioria das vezes sem ganhar nada com isso) para que nós possamos jogar o que não conseguiríamos!


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