A Mecânica do Jogo junho 22, 2010
Posted by Carlos in Cultura Gamer, JoguEntrevista.Tags: ação, araxá, aventura, cultura, feira jogos, gabeworld, game, gamer, jogador, jogo, maurício alegretti, microsoft, Nintendo, pablo miyazawa, pirataria, portal xbox, PS2, ps3, psx, roger tavares, RPG, sony, videogame, Wii, xbox
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O que é o videogame e sua relação com o jogador? Qual é seu papel cultural? A pirataria é causa ou consequência?
E como funciona isso tudo no Brasil? Por que o gamer brasileiro é como é?
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Leitores atentos, comentem, critiquem, metam o pau, suspirem, divulguem!
TCC de Bruno Araujo e Carlos Oliveira
Edição: Bruno e Carlos
Salvar a princesa? E o que eu ganho com isso? dezembro 16, 2009
Posted by Zé in Cultura Gamer.Tags: anti-herois, doom, god of war, kratos, mario, Nintendo, prince of persia, princesa peach, sega, snake, sonic, sony, warrior within
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Ah, Mario, como você é um herói incrível! Você atravessa cavernas, oceanos, desertos, luta contra hordas de inimigos e coleta 120 estrelas, tudo para resgatar a princesa Peach. E quando você finalmente consegue, qual a sua recompensa? Um beijo no rosto, um aperto de mão e agradecimentos encarecidos.
Por mais divertido que os jogos do Mario sejam, heróis bonzinhos como ele perderam muito do seu apelo para boa parte dos gamers quando estes amadureceram: era preciso criar um tipo diferente de herói para agradar este público. Sonic, com seu estilo e personalidade, apelava para os adolescentes; o soldado de Doom, que lutava por sua vida no inferno, era direcionado a um público mais adulto. Vendo que heróis canastrões eram muito queridos pelo público, as companhias de games começaram a criá-los aos montes.
Assim surgiram os anti-heróis, estampados na capa de tantos jogos, que não se importam nem um pouco em resgatar a princesa, e quando a salvam, vão exigir uma recompensa muito maior que um beijo no rosto. Os anti-heróis são, de certa forma, o que todo homem gostaria de ser: esbanjam estilo, têm força para escapar das piores situações e muitas vezes tomam atitudes imorais, apenas para atingir seus objetivos.
O que faz os anti-heróis tão interessantes, no entanto, é o fato deles terem sentimentos muito humanos, diferente dos heróis nobres e bonzinhos, que sempre são…bem, nobres e bonzinhos. O Prince de Warrior Within é um homem tomado pelo desespero, que luta a cada segundo para alterar seu destino trágico; Kratos, de God of War, é atormentado por ter assassinado sua família, e a única coisa que o move é a vingança.
Isso cria uma identificação maior entre o jogador e o personagem, pois o anti-herói, assim como qualquer ser humano, tem o bem e o mal dentro de si, e ao longo da trama, faz escolhas às vezes condenáveis, às vezes admiráveis. Essa complexidade e realismo em um personagem provavelmente nunca será vista em um jogo do Mario…ou será que vaI?
É, realmente espero que não…
JoguEntrevista – Flávia Gasi outubro 23, 2009
Posted by Carlos in JoguEntrevista.Tags: cultura, cultura nerd, flavia gasi, game, game boy, gamer mediocore, games, gasi, gba, hardcore, industria, industria de games, jogo, jogos, joguepense, mediocore, mercado nacional de games, miyamoto, nerd, Nintendo, pirataria, PS2, psx, revista oficial xbox, sony, Street Fighter, videogame, videogames, Wii, winning eleven
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Em uma conversa descontraída, Flávia Gasi, colaboradora da revista oficial do Xbox no Brasil e repórter de games da MTV, dá uma verdadeira aula sobre games e cultura nerd.
Conversamos sobre as mudanças na indústria de games, a pirataria e os impostos sobre games no Brasil, e descobrimos que há um novo tipo de gamer: o mediocore.
Joguepense agrace a Flávia Gasi, a Guilherme Zocchio e a você por assistir =)





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