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Crônica gamer #1 setembro 28, 2009

Posted by Zé in Crônica Gamer.
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Decidi criar essa sessao para falar sobre coisas curiosas relacionadas a games que ja aconteceram comigo (me desculpem pela falta de acentos nesse post, voces ja vao entender…). Quem quiser mandar sua historia para ser publicada aqui, escreva para joguepense@gmail.com

Sem mais delongas, vamos la:

Faz um tempo que o monitor do meu PC estava dando problema, era uma especie de mau contato e a tela ficava preta a todo momento.Hoje criei vergonha na cara e fui levar o monitor pra arrumar… Resultado: sem monitor por pelo menos 4 dias, logo, praticamente sem PC por esse tempo (posso usar de manha na faculdade e meu pai tem um notebook, mas ele so chega de noite).
Justo quando tenho que preparar um trabalho pra faculdade, e quando Chrono Cross esta tao divertido de jogar…E como estou escrevendo este post em casa, sem PC?

Estou postando por telepatia!

Estou postando por telepatia!

Facil (nem tanto): baixei o Internet Channel do meu Nintendo Wii para poder navegar na internet. Nao posso usar acentos para digitar, pois ele nao reconhece, e so da pra entrar em alguns sites (pelo menos posso entrar no meu proprio blog), mas esta quebrando um galho.

 Eu geralmente sou da opiniao de que consoles so servem para jogar os jogos, o resto eh firula para a gente gastar mais dinheiro…mas hoje eu estou agradecido de ter um Wii com este Internet Channel, por pior que ele seja!

O que aconteceria com meu PC se eu nao levasse pra consertar

O que aconteceria com meu PC se eu nao levasse pra consertar

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WCG 2009- Os games são seriamente divertidos! setembro 27, 2009

Posted by Zé in Cultura Gamer, Reflexão.
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Câmeras para todos os lados; pessoas torcendo fervorosamente pelos seus favoritos; emissoras importantes, como Band, Globo, Sportv e ESPN cobrindo o evento e entrevistando todos os competidores. Não estou falando de São Paulo x Corinthians, que também aconteceu hoje, e sim da final nacional da World Cyber Games (WCG), a olimpíada dos games.

Gamers de todo o país competiram hoje em jogos como FIFA, Couter-Strike e Guitar Hero para decidir o número um que representará o Brasil na final mundial, que vai acontecer na China.

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Tá, mas isso tudo você provavelmente já deve saber, certo? O que eu notei de mais interessante no evento foi a importância e a influência que os games exercem na nossa cultura, e isso não se dá só por causa da cobertura que as emissoras fizeram, e sim porque um evento como o WCG não é restrito aos gamers que treinaram muito para competir e aos gamers que estão lá para ver boqueabertos a performance desses caras; as famílias e amigos dessas pessoas estão lá assistindo tudo.

A maior prova disso foi em uma das classificatórias do Guitar Hero: enquanto os dois competidores jogavam (e muito bem), o pai de um deles filmava tudo e gritava: “vai lá filho, concentra! Isso, continua assim!” Quando os games conseguem atingir jovens, velhos, homens e mulheres de diversas famílias,  a visão de que games são “coisa de criança” vai pro espaço, e é possível perceber que eles estão se tornando um artigo cultural importante e presente na vida das pessoas.

Ver famílias torcendo para que seu filho vença uma partida nos games era algo impensável há alguns anos atrás (meu pai nunca torceu pra que eu vencesse num jogo, buáááááááááá), mas hoje, por conta do amadurecimento da indústria e da diminuição do preconceito das pessoas com os games, isso se torna mais comum, pois mais pessoas começam a jogar e a ter contato com o mundo dos games, nem que esse contato se dê através dos jogos casuais. De qualquer forma, parabéns a todos os competidores (e suas famílias), boa sorte aos que venceram, e que venham outros WCGs!

Vídeos do WCG 2009

Final de FIFA 2009

Esse é um trecho da partida final de FIFA 2009, com a narração de Dominico Gato. Confesso que não sou fã de futebol e nem de jogos de futebol, mas assistir essa partida narrada foi sensacional!

Final de Guitar Hero

A música é Hot for teacher, do Van Halen. Depois de ver esses dois, eu desisto de jogar Guitar Hero (eu jogo bem na dificuldade normal e olhe lá). Estou vendendo o meu jogo e minha guitarra, quem tiver interesse é só me dar um toque 😀

PS: peço desculpas pela qualidade dos vídeos, mas o telão era ruim e minha câmera só atrapalhou as coisas

Ficando velho? setembro 26, 2009

Posted by Carlos in Cultura Gamer.
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Uma curta notícia do Finalboss me colocou para pensar. Tirei três evidências que comprovam que não nasci ontem.

PlayStation Store japonesa traz Final Fantasy VIII para download

(…)

Lançado originalmente no PSOne, “Final Fantasy VIII” revolucionou novamente a série por trazer, pela primeira vez, personagens em gráficos mais realistas (para a época) em todo o jogo (e não somente nas batalhas, como em FFVII). A saga gira em torno de Squall, um jovem normal que se descobre no meio de uma trama maior, envolvendo conspirações políticas entre os Gardens (escolas) e uma bruxa super poderosa.

1)PSOne: eu tive um, e não só na pasta C:\Emuladores\epsxe;

2)o “para a época” parece que foi ontem para mim;

3)chamar a Edea de bruxa poderosa me deixa meio bravo (ela merece mais que isso) e meio envergonhado porque me lembro de desenhos do Cartoon Network de que não deveria lembrar.

Jogos que deveriam existir #3 setembro 25, 2009

Posted by Zé in Jogos que deveriam existir.
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O que pode ser dito sobre José Meyer? Ele é um ator que sabe interpretar apenas um tipo de papel nas novelas: o garanhão que começa casado com uma mulher da sua idade, se separa e a começa a pegar todo o elenco feminino… hum, acho que ele seria um idiota se ele quisesse um outro tipo de papel. Zé Meyer é tão fodástico que é chamado de Chuck Norris brasileiro, e dá para entender o porquê: a sua longa lista de conquistas o torna um deus entre os homens, quase tão poderoso quanto Chuck. Sem mais delongas, vamos ao jogo que deveria existir:

Zé Meyer: a arte da conquista

O ano é 2019. Zé Meyer, já com 70 anos, decide finalmente se aposentar e deixar a vida de garanhão, pelo menos na prática. Ele monta uma sociedade secreta de treinamento de garanhões, e você é o aprendiz que mais se destacou. Terminado o seu treinamento, a sua jornada para se tornar o maior conquistador de todos começa.

O jogo seria uma espécie de GTA: você está livre para andar pela cidade, comprar coisas e pegar mulheres, mas o foco está nas novelas. Para avançar no jogo, você deve entrar em diversas novelas, atuar bem como um garanhão e pegar o máximo de atrizes possível, tanto na ficção quanto na vida real.

A cada papel e conquista bem sucedidos, você ganha dinheiro e GP (garanhão points). O dinheiro é usado para comprar itens, como roupas novas e acessórios que te fazem mais atraente, carros e casas para causar inveja nos outros atores metidos a pegadores e o artefato supremo: uma máscara com o rosto do Zé Meyer, que garante uma conquista imediata de todas as mulheres num raio de 200 Km.

O item supremo do jogo: a máscara do mestre

O item supremo do jogo: a máscara do mestre

O GP é utilizado para aprender novas técnicas de conquista com Zé Meyer, como o olhar sedutor, a voz de macho, a capacidade de ouvir o que as mulheres têm a dizer e a “pegada”, a técnica suprema de Zé Meyer, tão poderosa que pode deixar qualquer mulher maluca, e é passada de geração para geração de garanhões.

Se você sempre se irritou com Zé Meyer por ele ser um garanhão que pega todo o elenco feminino das novelas (as presas da vez são Taís Araújo e Giovanna Antonelli, filho da mãe…), aqui está sua chance de ser como ele!

Chances desse jogo existir: Se Zé Meyer fosse americano, uma companhia como a Rockstrar provavelmente já teria criado esse jogo. Infelizmente, a versão tupiniquim de Chuck Norris não tem respaldo internacional, então provavelmente esse jogo só existirá na minha mente maluca.

Não importa onde você esteja, Zé Meyer está de olho em você!

Se você for mulher, Zé Meyer sempre está de olho em você!

Os cosplays mais kawai do Animecon 2009 setembro 22, 2009

Posted by Zé in Cultura Gamer.
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Nos dias 5 e 6 de setembro, rolou aqui em São Paulo o Animecon 2009, e eu fui tirar umas fotos do evento para um trabalho da faculdade. Apesar de adorar desenhos japoneses, eu fui em poucos eventos de animes (acho que esse foi o terceiro), mas o que sempre me impressiona são os cosplays: tá aí algo que eu não tenho coragem de fazer por pura vergonha, mas eu aplaudo quem passa horas criando a sua fantasia e sobe em um palco para representar uma cena do seu personagem favorito.

Eu imagino o tempo gasto para produzir uma fantasia e o esforço de ensaiar uma cena para que saia tudo bem. Em homenagem a esses fãs ardilosos de animes, mangás e games, algumas fotos do Animecon 2009:

Pika! Essa foi uma manipulaçãozinha no Photoshop. Na verdade, a placa do Pikachu era da loja UZ Games

Pika! Essa foi uma manipulaçãozinha no Photoshop. Na verdade, a placa do Pikachu era da loja UZ Games

Simplesmete…uau! Esse cosplay é com certeza o mais bonito que eu vi no evento! Pena que eu não faço idéia de que anime é…

Simplesmete...uau! Esse cosplay é um dos mais bonitos que eu vi no evento

Esse eu conheço! Hitman Reborn!

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A personagem principal da série Claymore (nunca assisti, só conheço de nome). Belo cosplay também, a armadura ficou muito interessante!

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Uma caveira com Black Power… estranho, mas genial! Acho que é do anime One Piece, mas não tenho certeza.

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E pra dizer que eu não falei de games…

Luigi!

Luigi!

É claro que tinham muitos outros cosplays legais lá, esses são só os que mais me chamaram a atenção. Mais uma vez, parabéns a todos que homenageiam seus personagens favoritos dessa forma!

Salvar o mundo e destruir o meio ambiente, tudo a ver! setembro 20, 2009

Posted by Zé in Humor, Reflexão.
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Nesse fim de semana comecei a jogar Chrono Cross, a continuação do melhor RPG de todos os tempos, Chrono Trigger (sim, eu nunca tinha jogado, não tive um Playstation quando pequeno). O jogo é bem divertido e a história é muito boa, o único problema pra mim é o sistema de Level Up: os tradicionais pontos de experiência teriam sido melhores na minha opinião.  Enfim, não é sobre isso que eu quero falar nesse post, é sobre uma parte do jogo que realmente me fez ver como os “heróis” do jogo são hipócritas.

Em um ponto do jogo, a personagem Kid é envenenada por um veneno super-mega-blaster poderoso que vai matá-la em dois dias, e o único jeito de curá-la é pegar o húmus de uma Hidra. Acontece que as Hidras estão extintas nesse mundo, pois elas valem uma boa grana, então os humanos caçaram todas. O que você tem que fazer é voltar para a sua dimensão original (para quem nunca jogou CC: o mundo do jogo tem duas dimensões diferentes, e os acontecimentos de uma dimensão são diferentes da outra) e pegar o húmus, pois na sua dimensão a Hidra ainda existe.

Até aí tudo bem: derrote o bicho e salve sua amiga. O problema é que ao entrar no pântano onde a Hidra vive, você descobre que aquele ecossistema só tem vida porque a Hidra existe, tanto que o mesmo local na outra dimensão, onde a Hidra já está morta, é todo poluído. Sem se questionar sobre o impacto ambiental que acabar com a Hidra pode ter, os seus personagens seguem em frente, e ao longo do caminho eles enfrentam os anões que moram lá, e que simplesmente querem impedir que você destrua o local onde eles vivem.

Procurado! Destruidor do meio ambiente em potencial!

Procurado! Destruidor do meio ambiente em potencial!

Você derrota um monte de anões e finalmente chega à Hidra; ao vencer, você mata a coitada, ganha o húmus e descobre que aquela Hidra tinha filhotes, portanto o pântano não vai ser destruído, uhu tiramos o peso da nossa consciência! Seus personagens não dizem nada sobre a atrocidade que acabaram de cometer, mas o que eles pensaram deve ter sido algo do tipo: “Yay! Agora podemos salvar nossa amiga e o pântano não vai ser destruído, que sorte! É claro que os filhotes vão ficar sem sua mãe para cuidar deles, mas quem se importa?”

Já deu pra perceber o quão hipócrita os seus personagens são? Se ainda não deu, a pior parte vem agora. Você cura Kid e avança no jogo, provavelmente se esquecendo da pobre Hidra, até que você tem que ir conversar com o dragão da água para ser capaz de resistir ao calor de uma montanha de fogo. Na ilha onde o dragão mora, há um vilarejo de fadas. Quando você chega lá, quem você encontra? Os anões do pântano, que fugiram de lá achando que o local estava perdido com a morte da Hidra, e foram procurar outro lugar para viver. Acontece que eles mataram a maioria das fadas, pois aprenderam com você que é na porrada que se resolve tudo. Belo exemplo, heróis!

Os seus personagens, ao invés de tentar conversar com os anões, partem para a ignorância e exterminam dezenas de anões (é sério, essa ilha só tem os anões como inimigos, você provavelmente acabou com quase toda a tribo só aqui). Você derrota o chefe dos anões e finalmente diz para ele que o pântano não está perdido. Os anões que sobraram pedem desculpas e vão embora. Ok… agora vamos pensar: para salvar um aliado seu, os seus personagens arriscaram destruir um ecossistema que estava em perfeito  estado, assassinando a criatura que dava vida a ele (e que tinha filhotes, não se esqueça disso); com isso, os anões, que só queriam ficar quietos no seu canto, aprenderam o que é crueldade e mataram um monte de fadas. E qual a atitude dos seus personagens diante desse banho de sangue que eles causaram?

" Se não fosse por aquelas crianças isso não aconteceria" Diz Zangado, um dos anões sobreviventes “Se não fosse por essas crianças isso não aconteceria” Diz Zangado, um dos anões sobreviventes

Nenhuma! Eles não dão a mínima, pois são os heróis escolhidos para salvar o mundo, e todas as suas atitudes estão corretas. É claro que o objetivo inicial dessa bagunça toda é nobre, mas eles realmente tinham o direito de causar toda essa destruição para salvar a Kid? Eu acredito que não, e por já estou denunciando todos esses delinqüentes para o Greenpeace.

PS: Apesar de tudo isso, Chrono Cross é um ótimo jogo!

Pedrinhas milionárias setembro 16, 2009

Posted by Zé in Cultura Gamer.
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As batalhas judiciais por um dos jogos mais famosos de todos os tempos

Tetris é sem sombra de dúvidas o jogo mais conhecido do mundo. A mecânica simples do jogo, que consiste em ordenar peças de formas variadas em linha, conquistou o mundo rapidamente. O jogo possui diferentes versões e já apareceu em várias plataformas, desde consoles a celulares e até mesmo calculadoras. No entanto, a história envolvendo os direitos autorais de Tetris é mais complicada que jogar no nível 10 em um celular com teclado quebrado. Criado no ano de 1985 em plena guerra fria pelo programador russo Alexey Pajitnov, Tetris foi desenvolvido originalmente para PC, mas não podia ser comercializado, pois na época a Rússia pertencia ao bloco comunista, representado pela União Soviética, e não havia a noção de propriedade intelectual; todas as idéias eram do estado, para serem divididas entre todas as pessoas.

Tetris é tão popular que influenciou a moda

Tetris é tão popular que influenciou a moda

Pajitnov distribuiu cópias do jogo para seus amigos, que distribuíram para seus amigos e assim por diante. Isso fez com que Tetris se popularizasse em Moscou e em todo o bloco soviético, até chegar em Budapeste, onde foi apresentado em um evento de tecnologia. Robert Stein, dono da empresa Andromeda Software, viu o potencial do jogo e, sem consultar o governo soviético, se apropriou dos direitos autorais de Tetris e começou a vendê-los para várias companhias, como a Mirrorsoft de Robert Maxwell, que vendeu os seus direitos para a Atari e para a Bullet-proof software de Henk Rogers, que vendeu os direitos para a Nintendo. Essas empresas, no entanto, não sabiam que os direitos não eram oficiais.
Tetris, a partir de então, espalhou-se pelo mundo e se tornou uma febre mundial (em 1986, Tetris era o melhor jogo de PC na América e no Reino Unido) e grandes empresas de games, como Atari e Nintendo, já preparavam suas versões do puzzle. O sucesso de Tetris, porém, chamou a atenção do governo soviético, que percebeu que o puzzle estava sendo comercializado sem que os direitos fossem concedidos a ninguém e criou uma companhia chamada Elorg para administrar os direitos autorais do jogo.
Ao perceber que os direitos que tinham em mãos não valiam nada, Nintendo, Mirrorsoft e Andromeda Software enviam representantes para Moscou para conseguir os direitos oficiais de Tetris. Henk Rogers, que representava a Nintendo, conseguiu os direitos exclusivos para consoles e portáteis, Robert Stein, representando sua própria companhia, fica com os direitos para PC e a Mirrorsoft, representada por Kevin Maxwell, não consegue nenhum direito.

O primeiro Hentai criado: As pedras de Tetris como você nunca viu!

O primeiro Hentai criado: "As pedras de Tetris como você nunca viu!"

Com os direitos em mãos, a Nintendo lança Tetris para o NES e para o Gameboy, o que impulsiona as vendas do portátil (Tetris vendeu mais de 33 milhões de cópias apenas no Gameboy). A Atari, que já tinha gastado milhões na produção e marketing de uma versão de Tetris para NES e acreditando que possuía direitos oficiais do jogo, processa a Nintendo e perde o caso, sendo forçada a retirar sua versão de Tetris do mercado (Contudo, a Atari detinha os direitos da Versão de arcade do puzzle).
Até 1996, Alexey Pajitnov não ganhou nada com os direitos de Tetris, mas estima-se que ele deixou de ganhar mais de 40 milhões de dólares durante o período em que ficou sem receber. Hoje o jogo continua sendo tão popular como na época em que foi lançado, com mais de 70 versões disponíveis, e mesmo com os consoles se tornando cada vez mais potentes e com jogos mais complexos, a simplicidade de Tetris ainda permanece inalterada e continua tão viciante quanto a primeira versão.

Jogorápido #1: Little Wheel setembro 8, 2009

Posted by Carlos in Jogorápido, Jogos Flash.
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Gráficos impressionantes, arte fluida e poucos cliques. Little Wheel dura não mais que cinco minutos, mas deixa um forte gosto de “quero mais” nos dedos.

Note que você não é o número 1: isso será importante. Ou não.

Note que você não é o número 1: isso será importante. Ou não.

Jogue Little Wheel

http://www.kongregate.com/games/fastgames/little-wheel

Jogos que deveriam existir #2 setembro 8, 2009

Posted by Zé in Jogos que deveriam existir.
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Qual personagem do mundo dos games é verde, irritante e enche mais o seu saco do que te ajuda? Se você respondeu Slippy Toad… bem, você está certo, mas não é dele que eu estou falando. Estou falando de Tingle, personagem da série Zelda que apareceu pela primeira vez em Majora’s Mask, voltou em The Wind Waker e até ganhou sua própria série de games para DS!(que bom que estes jogos só ficaram no Japão…)

Para quem não conhece este mala sem alça, que sorte, mas vou estragar sua vida e resumir a história dele e sua função nos jogos rapidamente. Tingle é um homem de 40 anos que vive com seus pais e veste uma túnica verde, pois acredita ser um homem fada, e sempre que você fala com ele (acredite, você vai ser obrigado a falar muito com ele) ele diz sua frase característica e extremamente irritante: Kooloo-Limpah!  A função deste personagem em Majora’s Mask é te vender mapas de cada região do mundo, então a cada nova área que você explora, você tem que conversar com esse chato para comprar o mapa. Em Wind Waker sua função é similar: ele te dá mapas que mostram as localizações de tesouros no mundo.

Kooloo-Limpah! Um Tingle incomoda muita gente...

Kooloo-Limpah! Um Tingle incomoda muita gente...

Enfim, agora que vocês conhecem esta abominação, vamos ao jogo que deveria existir:

Tingle deve MORRER

Pode parecer cruel, mas não é. Digitem no Google “Tingle die” e vocês vão ver quantos tópicos em fórums já foram criados para discutir modos de matar este personagem (sim, ele é MUITO irritante). O jogo seria bem simples: você controla Link, e Tingle está na sua frente, enchendo o seu saco.

Você pode usar todas as armas do personagem possíveis para acabar com Tingle: use a espada para cortá-lo em dois, as bombas para explodi-lo em 489734843 pedaços, atire flechas de fogo e queime aquela roupa idiota, se transforme em lobo e devore ele (se bem que essa não é uma idéia tão boa, vai dar indigestão depois) e o meu favorito, deixe as galinhas nervosas e coloque a culpa em Tingle para elas bicarem o personagem até a morte.

A cada nível que você passa, mais Tingles aparecem na tela (sim, existe mais de um Tingle, ele tem sósias…) e  é necessário acabar com todos eles da forma mais rápida e criativa possível. Nesse jogo você não vai salvar Hyrule e a princesa Zelda, mas com certeza vai livrar o  mundo do personagem mais chato da série Zelda. Isso já é bom de mais, não é?

Quatro Tingles inco... quatro Tingles?!?!?! Com licença, vou me jogar da janela.

Quatro Tingles inco... quatro Tingles?!?!?! Com licença, vou me jogar da janela.

Chances desse jogo existir: Oficialmente, nenhuma. Os produres de Zelda e o público oriental, diferente de nós aqui no ociente, adoram esse personagem (vai entender…). Mas acho possível que um “fã” crie esse jogo, pois a demanda é realmente muito grande.

“Eu já vi isso em algum lugar” setembro 6, 2009

Posted by Carlos in Humor, Jogos PC.
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yaaay primeira quest!

yaaay primeira quest!

RPG nos games é meu gênero preferido, de longe. Não tem sensação melhor do que fazer parte da histórias épicas de um Final Fantasy, coletar estrelas e salvar a princesa em batalhas dinâmicas no Mario, e ao mesmo tempo ouvir uma trilha sonora mágica como a de Chrono Cross.

Ah, sim, fora dos consoles, dá para aproveitar a ação sombria em Diablo ou a complexidade de Neverwinter Nights. E ainda tem o dilema: perder-se no mundo de Fallout 3 ou World of Warcraft? Num você precisa parar para respirar, apreciando cada pixel trabalhado naquele mundo destruído e maravilhoso, com a certeza que vai se surpreender com cada canto do lugar. No outro você precisa parar pra respirar… mas não tem tempo, porque sua party está cobrando aquelas magias com as hotkeys ALT+CTRL+F4 e SHIFT+B+Botão esquerdo do Mouse enquanto você tenta jantar só com a mão esquerda.

Ah, os RPGs! Poderia falar apaixonadamente horas e horas sobre eles, mas, em uma só palavra, chega! (por hoje)

O Goku careca no centro e a miniBulma à direita salvam o mundo em DQ II

O Goku careca no centro e a miniBulma à direita salvam o mundo em DQ II

Acontece que, depois que você joga um certo número de RPGs, percebe que eles têm uma regra básica: as quests, o motor que faz andar o carango que são esses jogos. Elas podem tanto te conduzir suavemente por ladeiras íngremes de enredo bem escrito como superaquecer nos primeiros minutos planos de jogo, sendo repetitivas e maçantes.

Um jogo corajoso denuncia esse problema. Ele é tão genial e cult que não tem gráficos, mostrando metaforicamente como tanto joguinhos do Mega Drive como jogões do Xbox 360 podem sofrer desse mal. Ok, isso também mostra preguiça por parte do desenvolvedor, não dá para defender ele 100%. De qualquer modo, Progress Quest, mostra como que, na maioria das vezes em que subimos de nível, estamos jogando o mesmo jogo.

Tudo nele é certeiro: Você cria um personagem com base em 21 raças e 19 classes, rola os dados para criar os status (eu consegui 78 na soma! uhul!) e clica o botão “Sold”. A partir daí, a mágica do mundo criado de Progress Quest se inicia, as portas de um universo paralelo se abrem e você pode fazer a diferença! E como? Como você pode mudar a história? Não fazendo nada! Sim, é isso mesmo. Se você está com uma expressão confusa e curiosa no rosto, jogue!

Os gráficos são mais ou menos assim. Ou não.

Os gráficos são mais ou menos assim. Ou não.

Só pena que ele esteja em inglês, quem não fala a língua acaba perdendo a maior parte das piadas.

Jogue Progress Quest

(recomendo o FAQ do site tbm, até ele é hilário)