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AssistaEpense – Série Crepúsculo – Parte 1 novembro 29, 2009

Posted by Zé in Reflexão.
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Fim de ano é complicado: provas e trabalhos finais nos sugam a energia e o tempo, como…vampiros de verdade!

Há alguns anos atrás, quando se falava em vampiros, a primeira coisa a vir na cabeça das pessoas eram seres da escuridão extremamente poderosos, mas que tinham um carisma e elegância que deixavam todos maravilhados. Os vampiros são criaturas tão queridas que diversos livros, filmes e games já foram produzidos sobre eles.Hoje, quando se fala em vampiros, qual a primeira coisa que vem à mente? A série Crepúsculo,  que se tornou um fenômeno gigantesco, principalmente entre as adolescentes.

Eu não consigo acreditar que uma série assim exista, e pior, que ela faça tanto sucesso. Mas antes de começar a falar dela, vou esclarecer que assisti aos dois filmes, Crepúsculo e Lua Nova. Não li os livros e nem vou ler, porque duvido que eles sejam melhores do que os filmes; eles devem ser apenas menos ruins.

Para quem nunca ouviu falar dessa série, um  sumário rápido: Bella é uma garota de 17 anos que se muda para a pequena cidade de Forks. Por ser extremamente chata e anti-social, ela não se enturma muito bem e blábláblá. Até o dia em que ela conhece Edward e se apaixona por ele. Mas o que Bella não sabia é que Edward é, TAN TAN TAN…um vampiro!

Ai, como o Edward é sexy, lindo e perfeito!

Basicamente a série se resume nisso: Edward ama Bella, mas por ser um vampiro, tem medo de sugar o sangue dela e matá-la, ao passo que Bella quer que ele a transforme em um vampiro, assim eles não teriam mais problemas. E sim, isso rendeu quatro livros e vai render mais dois filmes, cada um com DUAS HORAS de duração cada.

A premissa da história não é de todo ruim, admito. O problema dessa série, na minha opinião, são os personagens. Edward e Bella estão longe de ser o casal mais “fofo” já criado, e por favor, não comparem  eles com Romeu e Julieta, ninguém merece. Pelo contrário, eles são desinteressantes ao extremo. Bella é uma garota imatura que só sabe reclamar da vida; ela é amada pelo pai, os amigos da escola tentam fazer de tudo para ela se enturmar a todo momento, mas ela os rejeita. O que importa para ela é Edward, e para ficar com ele ela estaria disposta a deixar toda sua vida e pessoas que a amam de lado.

Mas Edward ganha o troféu de personagem mais irritante e chato já criado no universo. Para começar, ele é um vampiro que não tem nenhuma das características que qualquer um conhece dos sugadores de sangue. Extremamente poderoso? Por enquanto, só vi ele apanhar, e feio. Carismático e elegante? Sem chance!

Você vai querer socar essa carinha linda ao ver os filmes

O único motivo de Lua Nova ser um filme melhor que Crepúsculo é que Edward só aparece no começo e no fim do filme. Quando uma série tem como protagonista um personagem que você quer que morra a cada segundo, há algo de muito errado. Além disso, mencionei que ele não explode quando exposto ao sol, e sim brilha como purpurina?

Para quem viu os filmes e ficou indignado com o modo que os vampiros foram tratados, duas dicas para se “purificar”: assistam o genial Drácula de Bram Stoker, de Francis Ford Coppola, ou joguem o bom e velho Castlevania. Esses sim são vampiros de verdade!

Edward, aprenda alguma coisa com esse cara aqui

A parte dois, na qual vou falar um pouco sobre a autora, vem na terça-feira, até lá!

FicaDica – Violence and Videogames novembro 18, 2009

Posted by Zé in Cultura Gamer.
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Entrevista muito interessante com Guillaume de Fondaumiere, vice-presidente da Quantic Dream, estudo produzindo o jogo Heavy Rain, que será lançado ano que vem para o Playstation 3. Guillaume discute a violência nos games e o tabu de que eles tornam as pessoas violentas.

[blip.tv ?posts_id=2707279&dest=-1]

Produzido por digitalgames.fr

O mundo louco de Muramasa novembro 16, 2009

Posted by Zé in Cultura Gamer.
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Há duas semanas atrás, comprei dois jogos novos para o Nintendo Wii, MadWorld e Muramasa: The Demon Blade (por isso o blog não foi atualizado ultimamente). Esses jogos não tem qualquer relação entre si quando se trata de jogabilidade ou história. Muramasa é um RPG de ação inspirado na mitologia e folclore japonês, e MadWorld é um beat’em up onde o que conta é matar seus oponentes da forma mais cruel e criativa possível.

No entanto, o aspecto em comum desses jogos, e o que faz deles algo diferente de todo o resto, é a estética. O visual de ambos, cada um a sua maneira, é primoroso, fugindo do padrão ultra-realista que vemos na maioria dos jogos de hoje. Nada contra esse estilo visual, os gráficos realistas dos consoles da nova geração são fantásticos, mas é bom ver algo diferente uma vez ou outra. Sem mais delongas, apresento o estilo de cada um desses jogos:

Muramasa: The Demon Blade

Muramasa é, com toda certeza, um dos games mais bonitos que já joguei. Sei que alguns podem virar a cara para o jogo por ele ter progressão em 2D,mas é exatamente nesse ponto onde Muramasa brilha. Em entrevista ao site GameTV, George Kamitani, criador do jogo, disse que para criar o estilo visual único do jogo, se inspirou em artistas como Kawai Gyokudo, Kaii Higashiyama, e Ito Jakuchi.

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Muramasa é o Chuck Norris dos games no quesito beleza

Okay, nunca tinha ouvido falar de nenhum desses caras, mas após ler a entrevista, fui atrás das obras, e é possível ver claramente a semelhança do estilo artístico de Muramasa com as pinturas. Por isso Muramasa funciona tão bem em 2D. O jogo é feito como se fosse uma gravura japonesa, e muitas vezes eu deixei o controle de lado para ficar olhando os cenários: as planícies verdejantes, o pôr-do-sol ou até mesmo o vento batendo numa plantação de trigo dão a sensação de se estar olhando para um quadro.

Junte a isso os personagens extremamente detalhados, em especial os chefes de fase, que chegam a ocupar a tela inteira, e você tem um jogo que, além de ser lindo, retrata o folclore japonês muito bem.

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Ah, pura poesia!

MadWorld

Se você já leu a HQ ou viu o filme Sin City, vai entender rapidinho o estilo visual deste game. MadWorld é um game que tem três cores principais: preto, branco e vermelho, e você não vai sentir falta do resto do arco-íris; isso é mais do que o suficiente para o banho de sangue que o jogo oferece.

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Ah, pura violência brutal e desenfreada!

Você pode matar seus inimigos das formas mais malucas possíveis nesse jogo, tudo depende da sua mente doentia. Prenda o seu inimigo com um pneu, atravesse uma placa de trânsito pela cabeça dele e finalize arremessando ele em uma parede cheia de espinhos (acredite, esse é o combo básico do game); se isso der muito trabalho, use a serra elétrica que fica no seu braço e corte seus inimigos em pedaços.

Na minha opinião, essa violência toda só funciona em MadWorld por causa do estilo visual. Se o jogo fosse ultra-realista ele seria, no mínimo, perturbador (fora a polêmica que os moralistas teriam feito em cima do título, vide o que aconteceu com Manhunt 2); a violência no jogo não choca, pelo contrário, ela diverte, pois tudo o que acontece é tão forçado e os inimigos que você enfrenta são tão bizarros, que é impossível não rir do que você está fazendo.

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Jack vai roubar seu coração...e esmagá-lo com apenas uma mão

Jogos como Muramasa e MadWorld provam que é possível criar formas artísticas diferentes nos games que funcionem tão bem (ou até melhor) do que o padrão realista. O mundo desses dois games é extremamente cativante, e grande parte disso se deve ao estilo artístico: MadWorld tem uma história incrível, contada como se fosse uma HQ, que me fez questionar diversas coisas da sociedade em que vivemos, e Muramasa apresenta aspectos da cultura e folclore japoneses, como deuses, monstros, e até pessoas reais, de um modo único e fascinante. Portanto, aguardem, pois ainda vou falar muito sobre esses games!

 

Prince of Persia desafia o destino dos filmes baseados em games novembro 5, 2009

Posted by Zé in Cultura Gamer.
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Existe uma coisa que deixa os gamers malucos de excitação, mas ao mesmo tempo com muito medo do que pode acontecer: adaptações em filme dos nossos games favoritos. Quem nunca imaginou franquias como Metal Gear, Devil May Cry ou God of War na telona? Com certeza games assim têm potencial para um ótimo filme.

No entanto, a história nos mostra que filmes baseados em games raramente dão certo. Basta ver o que fizeram com Mario, Final Fantasy, Street Fighter e, mais recentemente, Max Payne (não vou nem comentar os “clássicos” criados pelo Uwe Boll, porque o que ele faz está muito longe de ser chamado de filme).

Mas existe uma luz no fim do túnel! Finalmente, foi liberado um trailer oficial do filme Prince of Persia: The Sands of Time. Pelo pouco que dá para ver no trailer, a adaptação tem diversos elementos do primeiro game, como a adaga do tempo, as areias do tempo só podem ser utilizadas pelo príncipe, e é possível ver as acrobacias fantásticas do herói, marca registrada da série. Além disso, os cenários são gigantescos, e os efeitos especiais estão fantásticos.

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Agora resta saber o mais importante: se a história do filme será fiel à do primeiro game. Eu aposto todas as minhas fichas de que o filme alcançará esse feito, que parece tão simples, mas que ninguém consegue em filmes sobre jogos, e que a trilogia iniciada por Sands of Times nos games se tornará uma trilogia de filmes, o que possibilitaria contar a história da série muito bem. Por que eu acho tudo isso? Porque o filme está sendo feito pelo mesmo estúdio que criou a série Piratas do Caribe. Se a Disney não conseguir fazer um filme bom baseado em um game, realmente não existe salvação para as adaptações de games na telona.

Trailer de Prince of Persia: Sands of Time

Fato curioso: Vocês notaram que a roupa do príncipe não é a do primeiro game, e sim do segundo? Será que isso indica que já estão pensando em uma continuação baseada em Warrior Within? Só o tempo dirá…

Zombie Walk SP 2009 – vai um miolinho aí? novembro 2, 2009

Posted by Zé in Humor.
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Vocês se lembram que no meu último post perguntei o que o futuro reservava aos zumbis? pois é, a resposta veio bem rápido: os zumbis saíram do mundo dos games e dos filmes e se tornaram reais! Bem-vindos à Zombie Walk SP 2009!

Para quem não conhece, a Zombie Walk é um envento onde fãs dessas simpáticas criaturas se vestem de zumbis e andam pela cidade procurando cérebros para comer. Melhor do que explicar com palavras, é mostrar  imagens e vídeos do evento:

Um pequeno trecho da caminhada, onde quase sou atacado por um zumbi no final:

Zumbis tocando o terror em loja das Casas Bahia:

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Nova campanha ambiental: "Salve os animais, coma pessoas" Hã...ok, você tem um machado na mão, não vou discutir

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Enfermeiras zumbis! Porque os mortos-vivos também ficam doentes, não sabia?

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O Rei do Pop (e dos zumbis) dando o ar da graça

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Chaplin, cantando na chuva de sangue da Zombie Walk

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Embate do século: Freddy x Jason! Quem ganhou? Não vou contar, se você quisesse saber devia ter ido!

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Pegaram até você, Coelinho da páscoa?

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Zumbis subindo a escada para comer meu cérebro. Eles demoraram tanto que eu consegui tirar 40950459 fotos antes de fugir

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Vesgo e Sílvio zumbis! Eles podiam fazer todos os programas desse jeito, seria engraçado

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Padre dos balões + humor negro = essa foto

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Esse me lembrou bastante os zumbis do Resident Evil 2, só um pouco mais...azul

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Cão zumbi! Essa foi muito criativa, tenho que admitir!

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Eu sempre suspeitei que o Robotnik fosse um zumbi...

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Zumbis indo até o McDonald's para pedir um McCérebro

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Horda tentando atacar a imprensa oficial. Não estaríamos vivos agora se não fosse a cerca anti-zumbis nos protegendo, ufa!

Com isso dá pra ter uma idéia do quão divertido foi a Zombie Walk. Agora, preciso me retirar, pois o meu McCerébro acabou de chegar…hum, miolos!