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E o Oscar vai para…SNAAAAAAAAKE! janeiro 31, 2010

Posted by Zé in Reflexão.
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Game “Metal Gear Solid” não será mais adaptado para as telonas

Banho de água fria para os fãs do game Metal Gear Solid, aguardado desde 2007 quando o então presidente da Sony garantiu que o filme seria feito. A produção passou por diversos contratempos e agora o produtor Michael De Luca confirmou, em entrevista ao site Collider, que o filme foi para o limbo das produções não realizadas.

Não acho que o filme irá adiante, porque sinto que não há coordenação o suficiente neste momento, pelo menos por um dos lados, para ver um filme do jogo“, afirmou De Luca, jogando a dificuldade para a Konami, criadora e detentora dos direitos do jogo.

Fonte: Cinema com Rapadura

Personagens interessantes, histórias bem construídas e um tratamento audivisual fantástico: qualidades imprescindíveis para um bom filme, que estão presentes na série desde o primeiro jogo. Seria interessante ver Snake na telona? Desde que o jogo fosse adaptado corretamente, com certeza.

No entanto, como fã de Metal Gear, tenho que dizer que esta notícia não me deixa nem um pouco triste, pois para mim Metal Gear já é um filme. Todos que conhecem e gostam de Metal Gear sabem que é um tipo de jogo diferente do que estamos acostumados a ver: o foco maior é na história, e não na jogabilidade em si.

Será que o Psycho Mantis advinharia meu filme favorito no cinema? Hmmm...

Metal Gear não é propriamente um jogo, e sim um um meio termo entre um filme e um game (como a personagem Para-Medic define em Snake Eater: “é um filme onde se controla o protagonista”); joga-se um pouco, assiste-se a uma cena incrível explicando detalhes da história, joga-se mais um pouco, outra cena de cair o quiexo, e assim por diante.

Portanto, se essa notícia abalou sua vida emocional, relaxe: ligue seu videogame, ponha seu Metal Gear favorito, controle e assista a um personagem que merece o Oscar pelas suas ótimas atuações!

Não seja tímido Snake, pára de se esconder e vem pegar seu prêmio!

O mal do século XXI – parte 1 janeiro 24, 2010

Posted by Carlos in Cultura Gamer, Humor, Reflexão.
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Um mal assola a humanidade no raiar da segunda década deste século. Especialistas relatam que a doença é silenciosa a princípio, só revelando seus sintomas em estágio avançado, quase terminal. Seu nome técnico é vicius incontrolábilus e é composta por um número de males menores.

Neste post, JoguEpense conseguiu entrevistas exclusivas com viciados e recuperados da droga FF, parte da vicius. A sigla é inteligente: quer dizer tanto Fast Forward como Final Fantasy. A primeira expressão é a droga em si: vendida por sujeitos chamados “emuladores”, ela causa aceleração artificial em jogos, aumento de FPS e diminuição dos reflexos. E FF serve também para Final Fantasy porque este jogo é o que comumente serve de entrada para novos viciados, com seus encontros aleatórios e sistema de levelup que privilegia o grinding.

A seguir, os depoimentos.


“Quando eu usei ela pela primeira vez, não pareceu nada demais. Lembro até hoje, foi com uma versão beta do Zsnes. Estava jogando Final Fantasy V, logo antes de um chefe difícil demais. Ela facilitou minha vida gamer, deixou tudo mais rápido, eu ganhava níveis com rapidez e passava pelos diálogos chatos sem demora. Derrotei o chefe em 20 minutos. Parecia bom, parecia inocente. Mas, com o tempo, as coisas ficaram sombrias.” V.C. Ado

“Acredito que o filme ‘Click’, aquele com o ator chato [Adam Sandler], mostra bem a sensação. Começou nos emuladores, mas agora é na vida. Dá uma vontade louca de acelerar as partes chatas, como as cutscenes da minha namorada ou os loading times no banheiro. Nessas horas eu me vejo apertando a tecla ‘ [botão padrão para a função FF] num teclado virtual. Eu sei, cara, que no filme ele aprende e tal, eu sei que ele errou. Eu aprendi com isso também. Mas… mas, eu quero, eu preciso dela, é mais forte do que eu.” Paulo D.V.D.

“Nos primeiros anos eu não via problema em só usá-la em emuladores de Snes ou Gba. Mas agora não consigo jogar Gears of War no meu Xbox 360 sem apertar o atalho ‘. Estou importando um computador melhor dos states para rodar meu Gears em emulador, quem sabe consigo uns 150% de velocidade.” João “Joypad” Marques

“Você não imagina o que é começar a utilizá-la em RPGs com batalhas aleatórias difíceis e agora usar no Guitar Hero é tenso estou começando a falar rápido as pessoas não acompanham meu raciocínio como faço para elas me entenderem é culpa minha por acaso se penso muito rápido acho que não deve ser só um sinal da evolução humana isso sim é verdade sou o próximo passo do ser humano Homo Sapiens Sapiens Accelerus [não conseguimos transcrever o restante, nos desculpem].” Cláudia “Aeris Ganhaborough”

“Atualmente uso com moderação, somente com Rock Band. Tudo mudou quando conheci a Bia. Ela passou por umas fases complicadas também, não, ela não usou a FF nessas fases! De qualquer jeito, nos ajudamos. Por que uso só no Rock Band? Academia é muito caro. Conquistei a Bia tocando batera no expert 200%, ela adora meus músculos.” Luan Blu “Rayban”

No próximo post do dossiê vicius, tudo sobre a droga SS.

FicaDica – What is Tatsunoko? janeiro 23, 2010

Posted by Zé in Cultura Gamer.
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Tatsunoko vs Capcom, o mais novo crossover da Capcom, vai sair no dia 26 para o Nintendo Wii. É óbvio que a maioria dos gamers conhece os heróis da Capcom, mas quem são os personagens da Tatsunoko? Esse vídeo, feito pelo gamer Jew Wario, fala um pouco sobre a companhia e quem são os 12 lutadores da Tatsunoko que vão trocar sopapos com Megaman, Ryu, Viewtiful Joe e muitos outros.

[blip.tv ?posts_id=3132360&dest=-1]

Trailer de Tatsunoko vs Capcom

Corpo robótico, coração humano janeiro 20, 2010

Posted by Zé in Reviews.
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Pense rápido: se você pudesse trazer para o mundo real um personagem do mundo dos games, quem seria? A resposta para mim é fácil: eu traria Josette, protagonista de um dos melhores games de Nintendo 64 que já joguei, Wonder Project J2. Quando pesquisei sobre esse jogo em sites de games especializados, o único review que encontrei foi o do Gamespot, com uma crítica ferrenha ao jogo, dizendo que Wonder Poject J2 demonstra “a diferença entre o mercado de games ocidental e japonês, e se você for um control freak, talvez goste do jogo”. Nunca, na história do Gamespot, eu li um review tão preconceituoso e errado.

Reviewer mala do Gamespot

Wonder Project J2 é continuação direta do jogo de mesmo nome para o Super Nintendo, mas não é necessário jogar o primeiro game para acompanhar a história deste. Wonder Project J2 saiu apenas no Japão, (mas não se preocupe, existe um patch que traduz o jogo para o inglês) e conta a história de Josette, Ginjin (robô) criada pelo doutor Gepetto, que morre antes de poder ensiná-la a viver em sociedade. Josette se muda para Blueland, uma ilha aparentemente pacífica, mas dominada por um império militar, onde ela vai encontrar alguém para fazer o que Gepetto não teve tempo.

Cabe a você, Player-san, tomar conta da robô e fazê-la entender  coisas simples, como dizer “olá” para as pessoas que encontra, tomar banho ou limpar o chão, até conceitos mais abstratos, como o que é o amor, ou o significado de vida e morte. O jogo lembra bastante o estilo adventure: você não controla Josette diretamente, e sim Bird, um passarinho (duh) que age como o cursor do game.

A mecânica do game é simples: para ensinar algo a Josette, é preciso que ela pratique muitas vezes. Por exemplo, para que ela aprenda a ler, é necessário comprar um livro de gramática. Quando você manda ela interagir com o livro, ela vai fazer de tudo: colocá-lo em cima da cabeça e andar, chutar o coitado e ás vezes, engoli-lo. Sempre que ela faz uma ação errada, é só dizer que não está correto apertando o botão B e ela não repete mais aquela ação; quando ela acertar, aperte o A para dizer que ela está no caminho certo. Dessa forma, ela vai repetir a ação correta até aprender de fato a executá-la.

O ponto forte do jogo está mesmo em Josette: ela é, sem sombra de dúvida, uma das melhores protagonistas já criadas para um game. O desejo dela em aprender de tudo, não só com você, mas com todos os excelentes NPCs de Blueland, faz dela uma personagem muito humana, que erra muitas vezes, mas que aprende com isso, e é muito gratificante ver como ela ganha consciência e passa a se importar com todas as pessoas da ilha ao longo do jogo.

Outra característica interessante é que Josette se dirige diretamente a você, “que mora em um mundo diferente” o jogo inteiro: ela frequentemente faz perguntas sobre os eventos do game para você, ou até mesmo perguntas pessoais, como sua idade, se é homem ou mulher, o que faz da vida etc. É possível até mesmo jogar um jogo de RPG que ela cria! Apesar de não ter nenhum impacto na história, é um toque interessante, que aproxima o jogador ainda mais da protagonista.

Wonder Project J2 é relativamente curto: o jogo é dividido em duas partes, sendo que a segunda é basicamente o desfecho emocionante da história. Para avançar no game, é preciso fazer com que Josette aprenda 25 ações diferentes, e ao longo deste aprendizado, ela interage com as pessoas da ilha e entende a verdadeira situação de violência e repressão do local. Algumas pessoas podem achar o game parado, pois são poucos os momentos em que você controla Josette diretamente, mas é uma questão de costume.

Wonder Project J2 não é um jogo apenas para control freaks ou japoneses; pelo contrário, é uma ótima história, com uma protagonista incrível. Dedique algumas horas do seu tempo a este jogo e você logo vai estar apaixonado por esse mundo, e por Josette, é claro.

Patch para Wonder Project J2

Jogorápido #4: Ano Novo, planeta novo! janeiro 11, 2010

Posted by Carlos in Jogorápido, Jogos Flash.
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Construir um planeta do zero deve ser uma tarefa árdua. Mas nada que alguns cliques não resolvam.

Metal alienígina para fonte de energia renovável!

O jogo em flash Tetraform funciona apenas com o mouse. Seu objetivo é Terraformar (sim, esse verbo existe) um planeta, e para isto você deve… destruir naves inimigas! Nem Freud explica essa forçada relação “destruir para criar”, mas ela funciona muito bem: os malvados vêm em ondas, com naves cada vez mais fortes, e você os faz colidir alterando seus campos gravitacionais. É bem simples, na verdade, como se fosse um jogo de ligar pontos, porém, com os inimigos em movimento, às vezes é preciso esperar a hora certa para juntá-los, se não eles batem na sua Terra particular.

Dois únicos upgrades: bomba nuclear e... torre gigante com bola de espinhos no topo

Com gráficos bonitos, uma trilha sonora nota 10 (uma única música com sintetizador empolgante), chefes interessantes a cada 4 ondas e – o mais importante – jogabilidade fácil e funcional, não dá para largar Tetraform sem ver seu planeta todo verdinho e saudável.

Para quem tem conta no Newgrounds, há troféus para o jogo!

Jogue Tetraform