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Quando começou o jornalismo de games no Brasil? ou Uma prévia de homenagem ao jornalismo gamer setembro 17, 2011

Posted by Carlos in Crônica Gamer.
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Estava eu andando pelo centro de São Paulo para comprar um PlayStation 3 e outros apetrechos nerds quando me deparo com um sebo. Nada demais, a princípio. Mas, no meio de livros e discos mofados, vejo revistas. No meio de política nacional e decoração do lar, publicações de games.

Ah, não deu outra. Escolhi por ordem de antiguidade e comprei na hora. Muitas. Sentir na mão esses pedacinhos de passado gamer me trouxe à tona uma sensação de nostalgia ímpar e, ao mesmo tempo, algo mais. Acompanhei um bom pedaço dessa história, dessas publicações, como leitor, mas me desfiz de tudo – vendendo, ou até mesmo dando.

O que mais me impressiona é lembrar de forma tão vívida, e com tantos detalhes, de tanta coisa específica. Lembro das fotos com personagens coloridos e de suas posições nas páginas confusas, dos editoriais otimistas e muitas vezes brigões, das propagandas de controle de MegaDrive, dos rankings com fotos embaçadíssimas. Um pouco é devido a minha boa memória visual – não é arrogância: me lembro de rostos que vi só uma vez, mas me confundo para chegar na padaria ao lado de casa. Todo dia.

Porém, o que carimbou mais meu cérebro gamer é lembrar da paixão envolvida na leitura. Paixão esta que hoje consigo passar para a escrita – em parte nesse blog. Por isso, com essa inspiração, vou retomá-lo, e o Zé também.

Ficam então três coisas: primeiramente, um título péssimo, que é possível conferir acima. Partindo dele, a pergunta: quando começou o jornalismo gamer? Alguém tem a data de uma primeira publicação?

E por que “prévia de homenagem”? Esse material é muito bom, vou destrinchá-lo mais para frente.

Em tempo, na PSN: Carlos_Edge. Na Live, CarlosEdge.

PS: Como eu e o Zé estamos nos organizando para dar um tapa e reviver o JoguEpense, qualquer feedback (desde que positivo, otimista e encantado, claro) é bem-vindo!

Confira o passado abaixo:

 

Publicação mais antiga que achei, de agosto de 91, vendida em Cruzeiros. É a segunda edição da revista e o único nome que conheço no expediente é Matthew Shirts

 

Também de 91. Mesmo com pautas nostálgicas e propagandas ótimas, a maior surpresa é Eugênio Bucci como Diretor de Redação!

 

Também de 91, provavelmente agosto. Mesmo com pautas nostálgicas, como o lançamento do primeiro Sonic e visita à fábrida da TecToy, e propagandas ótimas, como a da TECNOFAX, a maior surpresa é o jornalista Eugênio Bucci como Diretor de Redação!

 

Mais novinha, de 93, essa edição tem um mapa do Metal Gear do NES de dar inveja a muito detonado atual. Quem se lembra do Baby Betinho e da Marjorie Bros?


Depressão Pós-Persona 3 agosto 5, 2010

Posted by Zé in Crônica Gamer.
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Se tem uma coisa que eu aprendi nesse ano, é que o número 3 é mágico, pois representa os extremos que existem na nossa cultura. O melhor filme desse ano, Toy Story 3, já foi lançado e arrancou lágrimas de muito marmanjo, assim como Eclipse, o terceiro filme da terrível saga Crepúsculo, está fazendo o maior sucesso entre adolescentes e… pessoas que por motivos desconhecidos gostam dessa série.

É claro que os games não ficaram de fora: o melhor game desse ano, Persona 3 portable, também já saiu e, piadinhas à parte, explodiu minha cabeça. História interessante, personagens bem desenvolvidos, um sistema de combate sólido e a possibilidade de invocar Lúcifer dando um tiro na sua cabeça (sério, em que outro jogo você pode dizer algo desse tipo?) fazem de P3P um ótimo RPG, e quem não teve a chance de jogar as versões de PS2, não deixe essa passar.

Infelizmente, tudo o que é bom acaba, e minha jornada de mais de 80 horas por Tartarus chegou ao fim. Acontece que P3P é um daqueles poucos jogos que conseguiram me marcar, uma jóia rara entre o bilhão de jogos que são lançados a todo momento. Após terminar o jogo,é difícil ter vontade de jogar qualquer outra coisa, todos os games que tenho parecem chatos se comparados a P3P. É como se Persona 3 fosse uma droga que me deixou doidão por 80 horas, e agora que acabou, tudo o que eu tenho para tentar recriar a mesma sensação é um copo de água com gás e um tic-tac de laranja.

E assim começa a minha jornada para encontrar um jogo que me entretenha, e não está sendo lá tão fácil. Meu primeiro impulso foi tentar jogar Persona 2, do PSX, e apesar da história ser interessante, o combate desse jogo é extremamente chato: mais importante do que derrotar os seus inimigos, é preciso tentar agradá-los de toda forma possível para ganhar cartas, que são usadas para criar outras Personas. Obrigado Persona 2, mas eu quero bater nos meus inimigos, e não ficar dançando ou cantando para eles.

Ainda na série Shin Megami Tensei, comecei a jogar Strange Journey, para o DS. Strange Journey segue o padrão clássico da série, ou seja, dungeon crawler o mais difícil possível, no qual é preciso recrutar e controlar demônios para sobreviver. O sistema de negociação é bem mais intuitivo do que em Persona 2: acertou a resposta e entrou em acordo com o demônio, ele entra para o seu time; não acertou, ele te ataca. Ainda não passei do segundo setor em Strage Journey, mas é realmente um jogo divertido, e um dos melhores RPGs para o DS.

Falando em RPGs para o DS, não deixei de lado o grande lançamento do portátil, que já vendeu mais que sushi no Japão e só tem recebido elogios: Dragon Quest IX. Joguei por volta de cinco horas desse jogo, e tudo o que eu posso dizer até agora é que todas as “inovações” que o game tem já foram feitas dezenas de vezes, e muito melhor, em outros RPGs. Não é um jogo ruim, longe disso, mas DQIX não traz nada de novo, e a história e o mundo do jogo, que são de fato interessantes, acabam sendo arruinados por um sistema de classes e skills ultrapassado e quests chatas.

Eu e um amigo também redescobrimos Pokémon, e estamos organizando um mini-campeonato-de-duas-pessoas-para-ver-quem-lava-o-chao-com-a-cara-do-outro-depois-de –ser-terrivelmente-humilhado, e por isso estou treinando um time invencível em Pokémon Soul Silver.

Por fim, muito sangue tem jorrado do meu Wii ultimamente. Já perdi a conta de quantos zumbis já matei jogando os rail shooters Resident Evil: Umbrela Chronicles, Resident Evil: Darkside Chronicles e o hilário House of The Dead: Overkill. Diga o que quiser sobre rail shooters, mas não existe um tipo de jogo mais divertido para se jogar com um amigo.

Pra terminar de verdade agora, descobri um RPG estratégico para o Wii bem divertido, e que também é um remake de um jogo de PS2. Phantom Brave: We meet again. Não sou muito fã de RPGs táticos, pois as lutas costumam demorar demais para mim, mas o sistema de batalha de Phantom Brave me empolgou bastante, já que nas lutas mais difíceis é preciso pensar muito em quais unidades colocar em campo, e quando fazer isso.

É isso que tenho jogado ultimamente. Pretendo falar bastante sobre a maioria desses jogos, principalmente Phantom Brave e Dragon Quest IX. É uma pena que nenhum desses games vá substituir Persona 3, porque como eu disse, o número 3 é mágico.

Crônica gamer #2 dezembro 6, 2009

Posted by Zé in Crônica Gamer.
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Muramasa: The Demon Blade. Já disse o quanto esse jogo é bom, bonito e incrível, mas existe um aspecto dele nada divertido. O combate é relativamente simples: o botão A é seu combo padrão com as espadas, B ativa as habilidades especiais de cada lâmina e o C troca as espadas. É claro que existem diversas variações para cada movimento, como golpes aéreos que podem ser executados, dentre outras coisas.

Esse sistema de combate foi alvo de muitas críticas por parte de reviewers profissionais, pois “é simples e fica repetitivo”. Na minha opinião, isso é besteira: Muramasa não tem a intenção de ser um jogo com lutas complexas, nas quais seja preciso memorizar uma lista com 3987589325785 golpes especiais para se dar bem. As lutas são rápidas e intuitivas, e isso é parte da diversão do jogo.

Como um game tão bonito e divertido...

O problema do sistema de combate reside, sim, em uma aspecto cruel: a única forma do seu personagem não ser atingido pelo inimigo é atacar incessantemente, pois assim os projéties são rebatidos; isso é fundamental na dificuldade ultra-mega-insane-hard do game, na qual se o seu personagem apanhar uma única vez, morre .

Então imagine a seguinte cena: em uma luta contra um chefe, na pior dificuldade, você estará atacando a TODO momento para não morrer. O botão A será pressionado centenas de vezes a cada luta, e se você morrer, o que é provável, pois os chefes são extremamente difíceis, terá de repetir o desafio e apertar o A mais e mais vezes. Resultado? Uma vitória na tela, mas na sua mão, uma tendinite dolorosa, maligna, que te impede de jogar qualquer coisa; a prova cabal de que você é um viciado em games.

pode causar isso?

Pois é, Muramasa me deu tendinite, e estou há duas semanas sem jogá-lo por isso. Portanto, fica a recomendação: antes de jogar este ou qualquer outro game que exija o pressionamento de um mesmo botão mil vezes por segundo, alongue um pouco, e jogue com moderação!

Crônica gamer #1 setembro 28, 2009

Posted by Zé in Crônica Gamer.
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Decidi criar essa sessao para falar sobre coisas curiosas relacionadas a games que ja aconteceram comigo (me desculpem pela falta de acentos nesse post, voces ja vao entender…). Quem quiser mandar sua historia para ser publicada aqui, escreva para joguepense@gmail.com

Sem mais delongas, vamos la:

Faz um tempo que o monitor do meu PC estava dando problema, era uma especie de mau contato e a tela ficava preta a todo momento.Hoje criei vergonha na cara e fui levar o monitor pra arrumar… Resultado: sem monitor por pelo menos 4 dias, logo, praticamente sem PC por esse tempo (posso usar de manha na faculdade e meu pai tem um notebook, mas ele so chega de noite).
Justo quando tenho que preparar um trabalho pra faculdade, e quando Chrono Cross esta tao divertido de jogar…E como estou escrevendo este post em casa, sem PC?

Estou postando por telepatia!

Estou postando por telepatia!

Facil (nem tanto): baixei o Internet Channel do meu Nintendo Wii para poder navegar na internet. Nao posso usar acentos para digitar, pois ele nao reconhece, e so da pra entrar em alguns sites (pelo menos posso entrar no meu proprio blog), mas esta quebrando um galho.

 Eu geralmente sou da opiniao de que consoles so servem para jogar os jogos, o resto eh firula para a gente gastar mais dinheiro…mas hoje eu estou agradecido de ter um Wii com este Internet Channel, por pior que ele seja!

O que aconteceria com meu PC se eu nao levasse pra consertar

O que aconteceria com meu PC se eu nao levasse pra consertar