jump to navigation

Gameworld: Charles Martinet se apresentando no concurso cosplay abril 1, 2010

Posted by Carlos in Cultura Gamer, Humor.
Tags: , , , , , , , ,
add a comment

Charles Martinet, dublador da voz única do Mario e outros personagens, foi mestre de cerimônias do concurso cosplay do Gameworld 2010. Aqui ele se apresenta e é traduzido pela Natalie Hidemi, editora da Nintendo World Online, que sofre para traduzir uma “frase” em especial.

31/03/2010

Anúncios

K.O. fevereiro 13, 2010

Posted by Zé in Humor.
Tags: , , , , , , , , , , ,
add a comment

Minha cópia de Tatsunoko Vs. Capcom chegou esta semana, yay! Antes de mais nada, o jogo é simplesmente fantástico: é divertido, tem combos e supers extremamente exagerados e o desafio, tanto online quanto contra a AI do game, é sempre correspondente ao nível de habilidade do jogador. Agora, o que achei de ruim no jogo: eu sou PÉSSIMO nele. Hoje fiquei treinando um combo com Tekkaman Blade por mais de uma hora, e não consegui fazer direito ainda. Tentando entender o porquê de tamanha falta de habilidade, procurei no fundo de minha memória gamer e encontrei as respostas.

É difícil admitir quando um game é melhor que você, mas esse é o caso aqui.

Em primeiro lugar, perdi o costume de jogar games de luta como Tatsunoko. O último que joguei seriamente foi…hã…Street Fighter II, meu primeiro jogo de SNES (sim, meu Super Nintendo não veio com Mario Bros…) e provavelmente um dos games que mais joguei. É claro que ao longo dos anos dei uma jogada em um The King of Fighters aqui, um Mortal Kombat ali, mas foi sempre uma jogada casual, nunca tive vontade de me aprofundar nestes jogos. Isto causa meu primeiro problema com Tatsunoko: a falta de coordenação para realizar os combos, especialmente quando estes exigem uma precisão e um timing perfeito – demore um microssegundo a mais do que deveria e seu combo já era, fazendo com que seu adversário te contra-ataque sem dó.

Meu segundo problema na verdade é a continuação do primeiro. Se não joguei muitos games de luta ao longo dos anos, o que estive jogando? Bem, majoritariamente, RPGs. Apertar um botão para fazer escolhas em um menu durante anos é algo que atrofia a habilidade de qualquer um em games que exigem reflexos e precisão.

História complexa e ótimos personagens não ajudam em nada quando Ryu está acabando com você

História complexa e ótimos personagens não ajudam em nada quando Ryu está dando um combo de 5578597 hits em você

Por fim, o meu último problema final com Tatsunoko é que ele é diferente de jogos tradicionais de luta. Em Street Fighter IV, por exemplo, posso pegar um controle e jogar normalmente com o Ryu, pois além dos comandos serem basicamente iguais à versão do SNES, é possível lutar com cautela, esperando o erro do oponente para contra-atacar na hora certa. Em Tatsunoko, no entanto, o que conta é a sua habilidade, criatividade e destreza em criar e executar combos devastadores. Soltar os especiais mais fortes de cada personagem é o de menos, o desafio aqui é como encaixar esse especial em uma cadeia de golpes maior.

Para mim, isso é um ponto muito positivo para o jogo, pois abre muitas possibilidades de combos diferentes, que levam em conta os golpes do personagem utilizado no momento, o assist do parceiro e a capacidade de fazer escolhas difíceis sob pressão: há um sistema no jogo chamado Barouque, que sacrifica toda a sua vida vermelha, que pode ser recuperada quando seu personagem está na reserva, para estender combos e aumentar o dano causado. Esse sistema pode virar uma luta que já estava perdida, ou pode te afundar ainda mais, só depende da sua habilidade – no momento, o Barouque só me afunda…

O combo de Tekkaman Blade, de acordo com especialistas no game: 5A, 5B, 2B, 5C, Lançar, S.j, 5A, 5A, 5B, 5B, j, 2C. Simples né?

No entanto, esse mesmo sistema é a minha ruína no game, pois imaginar os combos é uma coisa, fazer com que eles funcionem no training mode é outra um pouco mais complicada; e quando se joga online com um oponente forte, o desespero é tanto que eu acabo esquecendo qualquer estratégia e saio apertando qualquer botão, esperando um milagre para vencer.

De qualquer forma, Tatsunoko Vs. Capcom é um ótimo e complexo game de luta, mas que nunca deixa de ser divertido. Se você quiser comprar o jogo, mas não quer perder tempo tentando entender todos os mínimos detalhes, tudo bem; o controle padrão do Wii tem comandos simplificados, que permitem a realização de combos e especiais facilmente. E para quem quer dominar o jogo mesmo sem ter muita experiência em jogos de luta, prepare-se para praticar, muito…

Se praticar bastante ainda chego lá! Só não vou tomar suco de ovo pra isso...blergh

O mal do século XXI – parte 1 janeiro 24, 2010

Posted by Carlos in Cultura Gamer, Humor, Reflexão.
Tags: , , , , , , , , , ,
1 comment so far

Um mal assola a humanidade no raiar da segunda década deste século. Especialistas relatam que a doença é silenciosa a princípio, só revelando seus sintomas em estágio avançado, quase terminal. Seu nome técnico é vicius incontrolábilus e é composta por um número de males menores.

Neste post, JoguEpense conseguiu entrevistas exclusivas com viciados e recuperados da droga FF, parte da vicius. A sigla é inteligente: quer dizer tanto Fast Forward como Final Fantasy. A primeira expressão é a droga em si: vendida por sujeitos chamados “emuladores”, ela causa aceleração artificial em jogos, aumento de FPS e diminuição dos reflexos. E FF serve também para Final Fantasy porque este jogo é o que comumente serve de entrada para novos viciados, com seus encontros aleatórios e sistema de levelup que privilegia o grinding.

A seguir, os depoimentos.


“Quando eu usei ela pela primeira vez, não pareceu nada demais. Lembro até hoje, foi com uma versão beta do Zsnes. Estava jogando Final Fantasy V, logo antes de um chefe difícil demais. Ela facilitou minha vida gamer, deixou tudo mais rápido, eu ganhava níveis com rapidez e passava pelos diálogos chatos sem demora. Derrotei o chefe em 20 minutos. Parecia bom, parecia inocente. Mas, com o tempo, as coisas ficaram sombrias.” V.C. Ado

“Acredito que o filme ‘Click’, aquele com o ator chato [Adam Sandler], mostra bem a sensação. Começou nos emuladores, mas agora é na vida. Dá uma vontade louca de acelerar as partes chatas, como as cutscenes da minha namorada ou os loading times no banheiro. Nessas horas eu me vejo apertando a tecla ‘ [botão padrão para a função FF] num teclado virtual. Eu sei, cara, que no filme ele aprende e tal, eu sei que ele errou. Eu aprendi com isso também. Mas… mas, eu quero, eu preciso dela, é mais forte do que eu.” Paulo D.V.D.

“Nos primeiros anos eu não via problema em só usá-la em emuladores de Snes ou Gba. Mas agora não consigo jogar Gears of War no meu Xbox 360 sem apertar o atalho ‘. Estou importando um computador melhor dos states para rodar meu Gears em emulador, quem sabe consigo uns 150% de velocidade.” João “Joypad” Marques

“Você não imagina o que é começar a utilizá-la em RPGs com batalhas aleatórias difíceis e agora usar no Guitar Hero é tenso estou começando a falar rápido as pessoas não acompanham meu raciocínio como faço para elas me entenderem é culpa minha por acaso se penso muito rápido acho que não deve ser só um sinal da evolução humana isso sim é verdade sou o próximo passo do ser humano Homo Sapiens Sapiens Accelerus [não conseguimos transcrever o restante, nos desculpem].” Cláudia “Aeris Ganhaborough”

“Atualmente uso com moderação, somente com Rock Band. Tudo mudou quando conheci a Bia. Ela passou por umas fases complicadas também, não, ela não usou a FF nessas fases! De qualquer jeito, nos ajudamos. Por que uso só no Rock Band? Academia é muito caro. Conquistei a Bia tocando batera no expert 200%, ela adora meus músculos.” Luan Blu “Rayban”

No próximo post do dossiê vicius, tudo sobre a droga SS.

Zombie Walk SP 2009 – vai um miolinho aí? novembro 2, 2009

Posted by Zé in Humor.
Tags: , , , , , , , , , , ,
4 comments

Vocês se lembram que no meu último post perguntei o que o futuro reservava aos zumbis? pois é, a resposta veio bem rápido: os zumbis saíram do mundo dos games e dos filmes e se tornaram reais! Bem-vindos à Zombie Walk SP 2009!

Para quem não conhece, a Zombie Walk é um envento onde fãs dessas simpáticas criaturas se vestem de zumbis e andam pela cidade procurando cérebros para comer. Melhor do que explicar com palavras, é mostrar  imagens e vídeos do evento:

Um pequeno trecho da caminhada, onde quase sou atacado por um zumbi no final:

Zumbis tocando o terror em loja das Casas Bahia:

100_0700

Nova campanha ambiental: "Salve os animais, coma pessoas" Hã...ok, você tem um machado na mão, não vou discutir

100_0704

Enfermeiras zumbis! Porque os mortos-vivos também ficam doentes, não sabia?

100_0707

O Rei do Pop (e dos zumbis) dando o ar da graça

100_0708

Chaplin, cantando na chuva de sangue da Zombie Walk

100_0710

Embate do século: Freddy x Jason! Quem ganhou? Não vou contar, se você quisesse saber devia ter ido!

100_0715

Pegaram até você, Coelinho da páscoa?

100_0717

Zumbis subindo a escada para comer meu cérebro. Eles demoraram tanto que eu consegui tirar 40950459 fotos antes de fugir

100_0749

Vesgo e Sílvio zumbis! Eles podiam fazer todos os programas desse jeito, seria engraçado

100_0754

Padre dos balões + humor negro = essa foto

100_0766

Esse me lembrou bastante os zumbis do Resident Evil 2, só um pouco mais...azul

100_0769

Cão zumbi! Essa foi muito criativa, tenho que admitir!

100_0771

Eu sempre suspeitei que o Robotnik fosse um zumbi...

100_0788

Zumbis indo até o McDonald's para pedir um McCérebro

100_0790

Horda tentando atacar a imprensa oficial. Não estaríamos vivos agora se não fosse a cerca anti-zumbis nos protegendo, ufa!

Com isso dá pra ter uma idéia do quão divertido foi a Zombie Walk. Agora, preciso me retirar, pois o meu McCerébro acabou de chegar…hum, miolos!

Hum, Miolos! outubro 27, 2009

Posted by Zé in Humor.
Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
4 comments

Zumbis. Se tem um tipo monstro que está presente desde os primórdios dos games e que sempre foi querido pelos gamers é esse comedor de miolos. Mas os zumbis nem sempre foram medonhos e poderosos, como conhecemos hoje. Confira a evolução dos zumbis nos games, do NES ao Playstation 3:

Castlevania (NES) – Se você já apanhou alguma vez para esses zumbis, desista de jogar videogame. Os zumbis modernos consideram esse ancestral antigo como uma vergonha para a espécie, pois eles são os primeiros inimigos que você vai encontrar no jogo, e tudo o que fazem é levantar do chão e andar de encontro ao seu chicote.

castlevania_nes_03

Earthbound (SNES)- A cidade de Threed em Earthbound é com certeza uma das partes mais hilárias do jogo. O local foi tomado por criaturas malignas, como espectros que vivem em latas de lixo, bonecos de madeira que ganharam vida e, é claro, zumbis. Como salvar a cidade e sua população? Exorcismo, armas sagradas, sacrifícios humanos? Nada disso, pois estamos falando do RPG mais escrachado de todos os tempos: a forma de derrotá-los é utilizando o Zombie paper, uma cola que atrai e prende todos os zumbis em uma tenda de circo. É simplesmente impagável ver um monte de zumbis colados no chão amaldiçoando você, pois eles não terão a chance de “aproveitar a morte deles ao máximo” agora que estão presos.

PseudoZombie_Attack

Mas os filhos desses zumbis aprenderam a lição, e retornaram de forma espetacular em…

Resident Evil (Playstation)- Após os maltratos nos games de 8 e 16 bits, os zumbis resolveram se vingar e mostrar do que são capazes! Os zumbis de Resident Evil com certeza foram os primeiros a assustar gamers a ponto deles desligarem o videogame de medo sem mesmo se preocuparem em salvar o jogo (experiência própria…). Resident Evil trouxe zumbis realistas, aterrorizantes e que só se importavam com uma coisa: comer o seu delicioso cérebro. Some a isso o fato de que os personagens principais não tem muito poder de fogo (e muito menos zombie paper) e você tem um jogo claustrofóbico, no qual o medo impera a cada porta aberta.

Zombie RE

Nazi Zombies – Call of Duty World at War (Xbox 360, Playstation 3)- Eu posso até imaginar o que se passou na cabeça das pessoas que desenvolveram esse mod para Call of Duty: “matar nazistas é legal, matar zumbis é legal, então por que não matar zumbis nazistas?” O melhor de tudo é que esse modo é extremamente divertido, principalmente jogando com uma amigo: no começo é tranqüilo defender sua base, mas depois de alguns rounds os zumbis literalmente brotam do chão, e antes que você perceba, já está cercado por eles e morre. Eu e um amigo não passamos do round 8, e você?

cod-waw-zombire-490

Essa pequena lista mostra que os zumbis são mais inteligentes do que parecem: eles aprenderam com os erros de seus antepassados, e agora se tornaram mais fortes e assustadores. O que o futuro reserva para os zumbis? Com certeza miolos, muitos miolos…

Salvar o mundo e destruir o meio ambiente, tudo a ver! setembro 20, 2009

Posted by Zé in Humor, Reflexão.
Tags: , , , , , , , , ,
4 comments

Nesse fim de semana comecei a jogar Chrono Cross, a continuação do melhor RPG de todos os tempos, Chrono Trigger (sim, eu nunca tinha jogado, não tive um Playstation quando pequeno). O jogo é bem divertido e a história é muito boa, o único problema pra mim é o sistema de Level Up: os tradicionais pontos de experiência teriam sido melhores na minha opinião.  Enfim, não é sobre isso que eu quero falar nesse post, é sobre uma parte do jogo que realmente me fez ver como os “heróis” do jogo são hipócritas.

Em um ponto do jogo, a personagem Kid é envenenada por um veneno super-mega-blaster poderoso que vai matá-la em dois dias, e o único jeito de curá-la é pegar o húmus de uma Hidra. Acontece que as Hidras estão extintas nesse mundo, pois elas valem uma boa grana, então os humanos caçaram todas. O que você tem que fazer é voltar para a sua dimensão original (para quem nunca jogou CC: o mundo do jogo tem duas dimensões diferentes, e os acontecimentos de uma dimensão são diferentes da outra) e pegar o húmus, pois na sua dimensão a Hidra ainda existe.

Até aí tudo bem: derrote o bicho e salve sua amiga. O problema é que ao entrar no pântano onde a Hidra vive, você descobre que aquele ecossistema só tem vida porque a Hidra existe, tanto que o mesmo local na outra dimensão, onde a Hidra já está morta, é todo poluído. Sem se questionar sobre o impacto ambiental que acabar com a Hidra pode ter, os seus personagens seguem em frente, e ao longo do caminho eles enfrentam os anões que moram lá, e que simplesmente querem impedir que você destrua o local onde eles vivem.

Procurado! Destruidor do meio ambiente em potencial!

Procurado! Destruidor do meio ambiente em potencial!

Você derrota um monte de anões e finalmente chega à Hidra; ao vencer, você mata a coitada, ganha o húmus e descobre que aquela Hidra tinha filhotes, portanto o pântano não vai ser destruído, uhu tiramos o peso da nossa consciência! Seus personagens não dizem nada sobre a atrocidade que acabaram de cometer, mas o que eles pensaram deve ter sido algo do tipo: “Yay! Agora podemos salvar nossa amiga e o pântano não vai ser destruído, que sorte! É claro que os filhotes vão ficar sem sua mãe para cuidar deles, mas quem se importa?”

Já deu pra perceber o quão hipócrita os seus personagens são? Se ainda não deu, a pior parte vem agora. Você cura Kid e avança no jogo, provavelmente se esquecendo da pobre Hidra, até que você tem que ir conversar com o dragão da água para ser capaz de resistir ao calor de uma montanha de fogo. Na ilha onde o dragão mora, há um vilarejo de fadas. Quando você chega lá, quem você encontra? Os anões do pântano, que fugiram de lá achando que o local estava perdido com a morte da Hidra, e foram procurar outro lugar para viver. Acontece que eles mataram a maioria das fadas, pois aprenderam com você que é na porrada que se resolve tudo. Belo exemplo, heróis!

Os seus personagens, ao invés de tentar conversar com os anões, partem para a ignorância e exterminam dezenas de anões (é sério, essa ilha só tem os anões como inimigos, você provavelmente acabou com quase toda a tribo só aqui). Você derrota o chefe dos anões e finalmente diz para ele que o pântano não está perdido. Os anões que sobraram pedem desculpas e vão embora. Ok… agora vamos pensar: para salvar um aliado seu, os seus personagens arriscaram destruir um ecossistema que estava em perfeito  estado, assassinando a criatura que dava vida a ele (e que tinha filhotes, não se esqueça disso); com isso, os anões, que só queriam ficar quietos no seu canto, aprenderam o que é crueldade e mataram um monte de fadas. E qual a atitude dos seus personagens diante desse banho de sangue que eles causaram?

" Se não fosse por aquelas crianças isso não aconteceria" Diz Zangado, um dos anões sobreviventes “Se não fosse por essas crianças isso não aconteceria” Diz Zangado, um dos anões sobreviventes

Nenhuma! Eles não dão a mínima, pois são os heróis escolhidos para salvar o mundo, e todas as suas atitudes estão corretas. É claro que o objetivo inicial dessa bagunça toda é nobre, mas eles realmente tinham o direito de causar toda essa destruição para salvar a Kid? Eu acredito que não, e por já estou denunciando todos esses delinqüentes para o Greenpeace.

PS: Apesar de tudo isso, Chrono Cross é um ótimo jogo!

“Eu já vi isso em algum lugar” setembro 6, 2009

Posted by Carlos in Humor, Jogos PC.
Tags: , ,
1 comment so far
yaaay primeira quest!

yaaay primeira quest!

RPG nos games é meu gênero preferido, de longe. Não tem sensação melhor do que fazer parte da histórias épicas de um Final Fantasy, coletar estrelas e salvar a princesa em batalhas dinâmicas no Mario, e ao mesmo tempo ouvir uma trilha sonora mágica como a de Chrono Cross.

Ah, sim, fora dos consoles, dá para aproveitar a ação sombria em Diablo ou a complexidade de Neverwinter Nights. E ainda tem o dilema: perder-se no mundo de Fallout 3 ou World of Warcraft? Num você precisa parar para respirar, apreciando cada pixel trabalhado naquele mundo destruído e maravilhoso, com a certeza que vai se surpreender com cada canto do lugar. No outro você precisa parar pra respirar… mas não tem tempo, porque sua party está cobrando aquelas magias com as hotkeys ALT+CTRL+F4 e SHIFT+B+Botão esquerdo do Mouse enquanto você tenta jantar só com a mão esquerda.

Ah, os RPGs! Poderia falar apaixonadamente horas e horas sobre eles, mas, em uma só palavra, chega! (por hoje)

O Goku careca no centro e a miniBulma à direita salvam o mundo em DQ II

O Goku careca no centro e a miniBulma à direita salvam o mundo em DQ II

Acontece que, depois que você joga um certo número de RPGs, percebe que eles têm uma regra básica: as quests, o motor que faz andar o carango que são esses jogos. Elas podem tanto te conduzir suavemente por ladeiras íngremes de enredo bem escrito como superaquecer nos primeiros minutos planos de jogo, sendo repetitivas e maçantes.

Um jogo corajoso denuncia esse problema. Ele é tão genial e cult que não tem gráficos, mostrando metaforicamente como tanto joguinhos do Mega Drive como jogões do Xbox 360 podem sofrer desse mal. Ok, isso também mostra preguiça por parte do desenvolvedor, não dá para defender ele 100%. De qualquer modo, Progress Quest, mostra como que, na maioria das vezes em que subimos de nível, estamos jogando o mesmo jogo.

Tudo nele é certeiro: Você cria um personagem com base em 21 raças e 19 classes, rola os dados para criar os status (eu consegui 78 na soma! uhul!) e clica o botão “Sold”. A partir daí, a mágica do mundo criado de Progress Quest se inicia, as portas de um universo paralelo se abrem e você pode fazer a diferença! E como? Como você pode mudar a história? Não fazendo nada! Sim, é isso mesmo. Se você está com uma expressão confusa e curiosa no rosto, jogue!

Os gráficos são mais ou menos assim. Ou não.

Os gráficos são mais ou menos assim. Ou não.

Só pena que ele esteja em inglês, quem não fala a língua acaba perdendo a maior parte das piadas.

Jogue Progress Quest

(recomendo o FAQ do site tbm, até ele é hilário)

Um Post INCRÍVEL agosto 25, 2009

Posted by Carlos in Animação Flash, Humor.
Tags: ,
2 comments

A internet é um lugar curioso. Por mais que milhares de vídeos sejam mandados para o youtube a cada minuto, alguns poucos passam de 1000 views, pouquíssimos ganham destaque, e um ou outro (mas um ou outro MESMO) viram referência.

É uma questão de qualidade? Propaganda? Timing? Habilidades audiovisuais? Investimento financeiro? Inspiração divina? Duendes polidáctilos subterrâneos fazendo lavagem celebral em humanos por meio de memes? Talvez um pouco disso tudo, mais uns tantos outros fatores sérios.

A série de animações em Flash Awesome, do artista Egoraptor, ficou famosa não por ser boa, mas por ser tão boa a ponto de vários outros artistas copiarem seu estilo. Na cara-dura ou não.

Começando com Metal Gear Awesome, produzido em 2006, Egoraptor criou curtas que fizeram – e fazem – um sucesso estrondoso. Os flashs, em inglês, são sempre sobre games famosos, tais como Resident Evil, Prince of Persia e Zelda (sim, há Pokemon e Mario. E Sonic e Megaman). Os títulos sempre adaptam os originais dos jogos ao estilo Awesome de ser, gerando pérolas como Super Awesome Brothers e Awesome May Cry. Mais do que os jogos, contudo, o que conta é o estilo da arte: extremamente agressiva, rápida e com pitadas de escatologia e nonsense. As vozes alternam entre o grosso cabra-macho e o finininho estridente e irritante.

Os personagens são estranhos completamente malucos. Suas expressões, que emoticon nenhum dá conta de copiar, são exageradas ao extremos (vide fotos abaixo). E a história é sempre curta, reforçando aspectos ridículos nos jogos e provocando momentos hilariantes.

Sem mais, comentários sobre meus favoritos:

Metal Gear Awesome 1 (Metal Gear Solid)

O primeiro, o original, o clássico. Engraçado para quem não conhece a série, vai desenvolver os abdominais de quem conhece.

Awesome Crossing (Animal Crossing)

Rápido e eficiente, este curta mostra muito bem como os jogos de simulação 24h, que rolam mesmo quando você não está jogando, viciam. Sim, Facebook, estou falando de você!

Awesome Racer (Speed Racer)

Feito por um fã do Egoraptor, não está atrás dos originais  em termos de qualidade. Os closes nas “supercelhas” de Speed são épicas, e o momento awkward do final é impagável.