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Jogorápido #4: Ano Novo, planeta novo! janeiro 11, 2010

Posted by Carlos in Jogorápido, Jogos Flash.
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Construir um planeta do zero deve ser uma tarefa árdua. Mas nada que alguns cliques não resolvam.

Metal alienígina para fonte de energia renovável!

O jogo em flash Tetraform funciona apenas com o mouse. Seu objetivo é Terraformar (sim, esse verbo existe) um planeta, e para isto você deve… destruir naves inimigas! Nem Freud explica essa forçada relação “destruir para criar”, mas ela funciona muito bem: os malvados vêm em ondas, com naves cada vez mais fortes, e você os faz colidir alterando seus campos gravitacionais. É bem simples, na verdade, como se fosse um jogo de ligar pontos, porém, com os inimigos em movimento, às vezes é preciso esperar a hora certa para juntá-los, se não eles batem na sua Terra particular.

Dois únicos upgrades: bomba nuclear e... torre gigante com bola de espinhos no topo

Com gráficos bonitos, uma trilha sonora nota 10 (uma única música com sintetizador empolgante), chefes interessantes a cada 4 ondas e – o mais importante – jogabilidade fácil e funcional, não dá para largar Tetraform sem ver seu planeta todo verdinho e saudável.

Para quem tem conta no Newgrounds, há troféus para o jogo!

Jogue Tetraform

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Jogorápido #3: Sixty Seconds to Live dezembro 6, 2009

Posted by Zé in Jogorápido.
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60 segundos. O que você faria se soubesse que só tem mais um minuto de vida? Essa é a premissa de Sixty Seconds to Live: seu personagem, que está na cadeia, recebe um bilhete. Quando toca nele, é envenenado e tem apenas um minuto de vida. Com esse tempo escasso, cabe a você descobrir quem o envenenou e o porquê.  Se eu tivesse apenas mais um minuto de vida, com certeza jogaria um game tão original assim!

Com 60 segundos não dá nem pra fazer um miojo...sacanagem

Jogue Sixty Seconds to Live

Jogorápido #2: Time Fcuk outubro 4, 2009

Posted by Carlos in Jogorápido, Jogos Flash.
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Com D você pula, com S você levanta caixas e com A… você muda de dimensão!

Time Fcuk é um game de puzzle/plataforma em flash. Tão difícil quanto escrever “Fcuk” de primeira (tentem!), pega emprestado algumas ideias de Portal 2D e Shift e as estende, garantindo fases de quebrar a cabeça (nada mais apropriado). Mostra que não é porque um jogo usa só A, S, D e os direcionais que ele é moleza, além de cativar pela ambientação bizarra e  história perturbadora.

A música de Time Fcuk é boa, mas o problema é “música” estar no singular: há só uma, e, se você for entrar nesse jogo de cabeça, vai ouvir o loop dela muitas, mas MUITAS, vezes. Ah, e para os viciados de plantão, o game conta com um sistema de criação de fases e, necessidade nesse ano  2009, compartilhamento dessas fases!

Quem consegue zerar o modo arcade? Eu travei na Plush.

Jogue Time Fcuk

Fotos retirados do trailer do jogo no Youtube

+O idealizador, Bluebaby, já criou vários jogos que estão no Newgrounds. Dentre eles “MeatBoy” (legal, nojento) e “The C Word”, um jogo extremamente polêmico e que eu não recomendaria para ninguém. Dei o aviso!

Jogorápido #1: Little Wheel setembro 8, 2009

Posted by Carlos in Jogorápido, Jogos Flash.
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Gráficos impressionantes, arte fluida e poucos cliques. Little Wheel dura não mais que cinco minutos, mas deixa um forte gosto de “quero mais” nos dedos.

Note que você não é o número 1: isso será importante. Ou não.

Note que você não é o número 1: isso será importante. Ou não.

Jogue Little Wheel

http://www.kongregate.com/games/fastgames/little-wheel

Cor-de-cinza agosto 20, 2009

Posted by Carlos in Jogos Flash.
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Conhece a expressão “preto-no-branco”? Ela significa uma visão muito simplista e reducionista das coisas. Dizer que todo jogo virtual é só entretenimento, por exemplo, é uma afirmação preto-no-branco. Para quebrar essa ideia, jogos como Gray existem.

A apresentação de Gray é direta. Em um cenário único, você controla um humano pintado de preto no meio de um motim, sons de sirenes ao fundo. Você está lá, no canto direito, sozinho. Do lado esquerdo, uma serie de personagens brancos surgem, alguns segurando placas. Você está sozinho, mas nem tanto. Você pode correr e, trombando com os outros, repara que pode dialogar com eles.

A jogabilidade, assim como os gráficos, é minimalista: você corre de um lado para o outro e interage com as pessoas brancas. A interação é o que há de mais “complexo” em termos de jogabilidade. Uma caixa aparece sobre o seu personagem e o alvo. Ele emite frequências aleatoriamente, que vão em sua direção, e você precisa responder com a barra de espaço com o timing certo, para as duas ondas encontrarem-se no meio da caixa.

Quando você vence nesse mini-game, consegue converter a outra pessoa à sua cor. Após algumas conversas e muitas ombradas no cenário claustrofóbico, o inevitável ocorre: todos estão pretos! A sensação de vitória vazia não dura muito, pois logo após, você sofre uma transformação, tornando-se branco.

O que segue após você tornar-se branco é a continuação do mesmo esquema. Está tudo igual, embora um pouco mais difícil. Você deve converter agora as pessoas a tornarem-se de sua nova cor. A chave de Gray é que esse processo não é eterno: Gray não é um jogo preto-no-branco.

Tanta economia na interface serve para revelar o maior trunfo de Gray: o que há mais importante no jogo é o depois. Após o “The End”, há a sua reflexão e sua interpretação. O que são as cores? São opiniões, são opções políticas? O que o final representa?

E nada melhor para causar este efeito do que um jogo simples e direto.

Jogue Gray