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Gameworld: Charles Martinet se apresentando no concurso cosplay abril 1, 2010

Posted by Carlos in Cultura Gamer, Humor.
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Charles Martinet, dublador da voz única do Mario e outros personagens, foi mestre de cerimônias do concurso cosplay do Gameworld 2010. Aqui ele se apresenta e é traduzido pela Natalie Hidemi, editora da Nintendo World Online, que sofre para traduzir uma “frase” em especial.

31/03/2010

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O mal do século XXI – parte 1 janeiro 24, 2010

Posted by Carlos in Cultura Gamer, Humor, Reflexão.
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Um mal assola a humanidade no raiar da segunda década deste século. Especialistas relatam que a doença é silenciosa a princípio, só revelando seus sintomas em estágio avançado, quase terminal. Seu nome técnico é vicius incontrolábilus e é composta por um número de males menores.

Neste post, JoguEpense conseguiu entrevistas exclusivas com viciados e recuperados da droga FF, parte da vicius. A sigla é inteligente: quer dizer tanto Fast Forward como Final Fantasy. A primeira expressão é a droga em si: vendida por sujeitos chamados “emuladores”, ela causa aceleração artificial em jogos, aumento de FPS e diminuição dos reflexos. E FF serve também para Final Fantasy porque este jogo é o que comumente serve de entrada para novos viciados, com seus encontros aleatórios e sistema de levelup que privilegia o grinding.

A seguir, os depoimentos.


“Quando eu usei ela pela primeira vez, não pareceu nada demais. Lembro até hoje, foi com uma versão beta do Zsnes. Estava jogando Final Fantasy V, logo antes de um chefe difícil demais. Ela facilitou minha vida gamer, deixou tudo mais rápido, eu ganhava níveis com rapidez e passava pelos diálogos chatos sem demora. Derrotei o chefe em 20 minutos. Parecia bom, parecia inocente. Mas, com o tempo, as coisas ficaram sombrias.” V.C. Ado

“Acredito que o filme ‘Click’, aquele com o ator chato [Adam Sandler], mostra bem a sensação. Começou nos emuladores, mas agora é na vida. Dá uma vontade louca de acelerar as partes chatas, como as cutscenes da minha namorada ou os loading times no banheiro. Nessas horas eu me vejo apertando a tecla ‘ [botão padrão para a função FF] num teclado virtual. Eu sei, cara, que no filme ele aprende e tal, eu sei que ele errou. Eu aprendi com isso também. Mas… mas, eu quero, eu preciso dela, é mais forte do que eu.” Paulo D.V.D.

“Nos primeiros anos eu não via problema em só usá-la em emuladores de Snes ou Gba. Mas agora não consigo jogar Gears of War no meu Xbox 360 sem apertar o atalho ‘. Estou importando um computador melhor dos states para rodar meu Gears em emulador, quem sabe consigo uns 150% de velocidade.” João “Joypad” Marques

“Você não imagina o que é começar a utilizá-la em RPGs com batalhas aleatórias difíceis e agora usar no Guitar Hero é tenso estou começando a falar rápido as pessoas não acompanham meu raciocínio como faço para elas me entenderem é culpa minha por acaso se penso muito rápido acho que não deve ser só um sinal da evolução humana isso sim é verdade sou o próximo passo do ser humano Homo Sapiens Sapiens Accelerus [não conseguimos transcrever o restante, nos desculpem].” Cláudia “Aeris Ganhaborough”

“Atualmente uso com moderação, somente com Rock Band. Tudo mudou quando conheci a Bia. Ela passou por umas fases complicadas também, não, ela não usou a FF nessas fases! De qualquer jeito, nos ajudamos. Por que uso só no Rock Band? Academia é muito caro. Conquistei a Bia tocando batera no expert 200%, ela adora meus músculos.” Luan Blu “Rayban”

No próximo post do dossiê vicius, tudo sobre a droga SS.

Games que relembram a infância – Parte 2 outubro 16, 2009

Posted by Zé in Reflexão.
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Os Simpsons é, definitivamente, a série animada mais bem sucedida da história. Todo mundo já se divertiu com as loucuras e as situações bizarras que Homer e sua família se metem nos episódios. É claro que uma série de sucesso como essa tem uma coletânea de games enorme; infelizmente, a maioria desses games são horríveis.

No entanto, existe um game da série, estreando Bart Simpson, que é bem divertido e que mostra bem o que é ser criança:

Bart’s Nightmare (Mega Drive, Super Nintendo)

O jogo começa com Bart estudando o dia inteiro para fazer uma lição de casa. A noite chega e ele pega no sono, e então seus problemas começam. As folhas da lição voam pela janela, e ele pula para pegá-las.

Para tirar nota boa nos trabalhos da escola, é só dormir. Os Simpsons, ensinando a viver a vida

Para tirar nota boa nos trabalhos da escola, é só dormir. Os Simpsons, ensinando a viver a vida

O jogo começa com Bart andando por Springfield para recuperar as folhas da lição, oito no total; acontece que essa é a Springfield do seu sonho (ou pesadelo), então espere por muitas coisas estranhas acontecendo, como caixas de correio que ganham vida e tentam te atacar, sua irmã Lisa é uma fada que te transforma num sapo, e para voltar ao normal Bart precisa ser beijado por uma velha; os valentões da cidade aparecem e Bart começa a andar com eles, entre outras coisas malucas. A sua função nessa parte do jogo é encontrar uma das folhas perdidas e tentar recuperá-la, o que aumenta a sua nota no fim do jogo (seria bom se fosse assim na vida real…) e é nesse ponto que o jogo fica divertido.

Ao pular em cima de uma das folhas, você é levado para uma tela na qual existem duas portas de cores diferente, que determinam o cenário em que você vai jogar. Os cenários variam bastante, e as situações que você vai enfrentar são no mínimo, estranhas.

Em um deles, por exemplo, você se torna Bartman, o super-herói de Springfield, que deve salvar a cidade com seu poderoso estilingue; em outro, você é Bartzilla, o lagarto gigante  mais assustador do planeta, e seu objetivo é destruir Springfield enquanto evita tanques de guerras e aviões. Mas o meu cenário favorito é o do Comichão e Cossadinha; o gato e o rato sanguinários estão brigando na casa de Bart, e cabe a você acabar com eles, utilizando todo tipo de armas possíveis.

BARTIZILLA! UAAAAAAAAAAAAA

BARTIZILLA! UAAAAAAAAAAAAA

Esses cenários são o ponto alto do jogo, pois representam todas as fantasias de uma criança: quem quando pequeno nunca sonhou em ser um super-herói, um monstro, ou um explorador de cavernas procurando um tesourou perdido? Tudo isso está presente nessa parte do jogo, e juntar fantasias da infância com o  mundo dos Simpsons faz com que essas situações sejam muito mais engraçadas.

Esse jogo, apesar de tudo, tem um problema grande: a sua dificuldade. Os cenários muitas vezes são longos e Bart morre facilmente, o que é bem frustrante. Mas o maior problema do jogo é fora dos cenários: em Springfield, evitar todas as maluquices que vem te atacar sem apanhar é difícil, e muitas vezes você vai ficar vagando por um longo tempo sem que nenhuma folha apareça, o que aumenta as possibilidades de ser atingido, e se Bart levar muito dano em Springfield, é Game Over.

O jogo só não é mais difícil porque Freddy Krueger não está nele

O jogo só não é mais difícil porque Freddy Krueger não está nele

Mesmo com esse problema, Bart’s nightmare é muito divertido e engraçado. É um jogo que mistura as fantasias de um garoto com o mundo e os personagens dos Simpsons. O que mais você pode querer?

A palte tlês vem amanhã, estleando a tulma mais maneila da lua!