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Hum, Miolos! outubro 27, 2009

Posted by Zé in Humor.
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Zumbis. Se tem um tipo monstro que está presente desde os primórdios dos games e que sempre foi querido pelos gamers é esse comedor de miolos. Mas os zumbis nem sempre foram medonhos e poderosos, como conhecemos hoje. Confira a evolução dos zumbis nos games, do NES ao Playstation 3:

Castlevania (NES) – Se você já apanhou alguma vez para esses zumbis, desista de jogar videogame. Os zumbis modernos consideram esse ancestral antigo como uma vergonha para a espécie, pois eles são os primeiros inimigos que você vai encontrar no jogo, e tudo o que fazem é levantar do chão e andar de encontro ao seu chicote.

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Earthbound (SNES)- A cidade de Threed em Earthbound é com certeza uma das partes mais hilárias do jogo. O local foi tomado por criaturas malignas, como espectros que vivem em latas de lixo, bonecos de madeira que ganharam vida e, é claro, zumbis. Como salvar a cidade e sua população? Exorcismo, armas sagradas, sacrifícios humanos? Nada disso, pois estamos falando do RPG mais escrachado de todos os tempos: a forma de derrotá-los é utilizando o Zombie paper, uma cola que atrai e prende todos os zumbis em uma tenda de circo. É simplesmente impagável ver um monte de zumbis colados no chão amaldiçoando você, pois eles não terão a chance de “aproveitar a morte deles ao máximo” agora que estão presos.

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Mas os filhos desses zumbis aprenderam a lição, e retornaram de forma espetacular em…

Resident Evil (Playstation)- Após os maltratos nos games de 8 e 16 bits, os zumbis resolveram se vingar e mostrar do que são capazes! Os zumbis de Resident Evil com certeza foram os primeiros a assustar gamers a ponto deles desligarem o videogame de medo sem mesmo se preocuparem em salvar o jogo (experiência própria…). Resident Evil trouxe zumbis realistas, aterrorizantes e que só se importavam com uma coisa: comer o seu delicioso cérebro. Some a isso o fato de que os personagens principais não tem muito poder de fogo (e muito menos zombie paper) e você tem um jogo claustrofóbico, no qual o medo impera a cada porta aberta.

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Nazi Zombies – Call of Duty World at War (Xbox 360, Playstation 3)- Eu posso até imaginar o que se passou na cabeça das pessoas que desenvolveram esse mod para Call of Duty: “matar nazistas é legal, matar zumbis é legal, então por que não matar zumbis nazistas?” O melhor de tudo é que esse modo é extremamente divertido, principalmente jogando com uma amigo: no começo é tranqüilo defender sua base, mas depois de alguns rounds os zumbis literalmente brotam do chão, e antes que você perceba, já está cercado por eles e morre. Eu e um amigo não passamos do round 8, e você?

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Essa pequena lista mostra que os zumbis são mais inteligentes do que parecem: eles aprenderam com os erros de seus antepassados, e agora se tornaram mais fortes e assustadores. O que o futuro reserva para os zumbis? Com certeza miolos, muitos miolos…

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Games que relembram a infância – Final outubro 19, 2009

Posted by Zé in Reflexão.
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Para a última parte desse especial nostalgia, escolhi um game que representa o que é ser uma criança por dentro, não importa qual seja a sua idade. A prova disso? Esse game foi lançado em 1990 para o NES, portanto, é bem velho, mas ele não perdeu a sua capacidade de encantar e divertir. Então pegue seu urso de pelúcia, seu cobertor e se divirta com:

Little Nemo: The Dream Master

Esse jogo é baseado em uma série de tiras criadas pelo cartunista Winsor McCay, intitulada Little Nemo in Slumberland, publicadas nos jornais americanos de 1905 a 1914. As tiras contam a história de Nemo, um menino de sete anos, que toda noite ao pegar no sono recebia a visita de um mensageiro de Slumberland, que o informava que a princesa do local queria brincar com ele.

Para chegar lá, Nemo tem que passar por situações estranhas, como ter que atravessar uma floresta sem encostar em nada, ou ver o seu quarto se transformar em um mar, de  onde uma baleia surge para tentar levá-lo para a terra da soneca. No entanto, as coisas nunca dão certo, e o garoto acaba despertando antes de chegar a Slumberland.

deve ser legal ter uma cama voadora

deve ser legal ter uma cama voadora

O jogo segue a mesma história das tirinhas, e Nemo vai ter que passar por florestas, oceanos, as ruínas de uma cidade nas nuvens, sua própria casa e o meu favorito, uma casa de brinquedos, para poder chegar a Slumberland. Diferente da maioria dos jogos de plataforma da época, Little Nemo não é linear, e para terminar as fases, é preciso explorar cada canto. Há uma porta trancada ao final de cada estágio, e para abri-la, você tem que encontrar todas as chaves espalhadas pelo cenário.

Entretanto, Nemo é só um garoto de sete anos que anda por aí de pijamas e carregando doces, como ele vai coletar todas as chaves sem nenhuma habilidade? A resposta é simples: com a ajuda de certos monstros espalhados pelas fases. Algumas criaturas são amigáveis, e quando Nemo joga doce para elas, ele pode montar nessas criaturas e ganhar novas habilidades. A abelha, por exemplo, permite que Nemo voe, enquanto a toupeira pode escavar a terra.

O grande mérito de Little Nemo: The Dream Master é que ele é um jogo despretensioso: ele não tem uma história épica ou personagens com personalidades complexas; é apenas um jogo sobre um garoto de pijamas vivendo as suas fantasias, e é exatamente isso o que ser criança significa: viver seus sonhos e sempre se divertir. Um feliz dia das crianças atrasado para todas as crianças, tenham elas sete ou setenta anos!

Assim como Nemo, vou dormir agora. Está tarde e minha vida de adulto me espera amanhã!

Assim como Nemo, vou dormir agora. Está tarde e minha vida de adulto me espera amanhã!