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A Mecânica do Jogo junho 22, 2010

Posted by Carlos in Cultura Gamer, JoguEntrevista.
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O que é o videogame e sua relação com o jogador? Qual é seu papel cultural? A pirataria é causa ou consequência?

E como funciona isso tudo no Brasil? Por que o gamer brasileiro é como é?

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Leitores atentos, comentem, critiquem, metam o pau, suspirem, divulguem!

TCC  de Bruno Araujo e Carlos Oliveira

Edição: Bruno e Carlos

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E o Oscar vai para…SNAAAAAAAAKE! janeiro 31, 2010

Posted by Zé in Reflexão.
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Game “Metal Gear Solid” não será mais adaptado para as telonas

Banho de água fria para os fãs do game Metal Gear Solid, aguardado desde 2007 quando o então presidente da Sony garantiu que o filme seria feito. A produção passou por diversos contratempos e agora o produtor Michael De Luca confirmou, em entrevista ao site Collider, que o filme foi para o limbo das produções não realizadas.

Não acho que o filme irá adiante, porque sinto que não há coordenação o suficiente neste momento, pelo menos por um dos lados, para ver um filme do jogo“, afirmou De Luca, jogando a dificuldade para a Konami, criadora e detentora dos direitos do jogo.

Fonte: Cinema com Rapadura

Personagens interessantes, histórias bem construídas e um tratamento audivisual fantástico: qualidades imprescindíveis para um bom filme, que estão presentes na série desde o primeiro jogo. Seria interessante ver Snake na telona? Desde que o jogo fosse adaptado corretamente, com certeza.

No entanto, como fã de Metal Gear, tenho que dizer que esta notícia não me deixa nem um pouco triste, pois para mim Metal Gear já é um filme. Todos que conhecem e gostam de Metal Gear sabem que é um tipo de jogo diferente do que estamos acostumados a ver: o foco maior é na história, e não na jogabilidade em si.

Será que o Psycho Mantis advinharia meu filme favorito no cinema? Hmmm...

Metal Gear não é propriamente um jogo, e sim um um meio termo entre um filme e um game (como a personagem Para-Medic define em Snake Eater: “é um filme onde se controla o protagonista”); joga-se um pouco, assiste-se a uma cena incrível explicando detalhes da história, joga-se mais um pouco, outra cena de cair o quiexo, e assim por diante.

Portanto, se essa notícia abalou sua vida emocional, relaxe: ligue seu videogame, ponha seu Metal Gear favorito, controle e assista a um personagem que merece o Oscar pelas suas ótimas atuações!

Não seja tímido Snake, pára de se esconder e vem pegar seu prêmio!

Salvar a princesa? E o que eu ganho com isso? dezembro 16, 2009

Posted by Zé in Cultura Gamer.
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Ah, Mario, como você é um herói incrível! Você atravessa cavernas, oceanos, desertos, luta contra hordas de inimigos e coleta 120 estrelas, tudo para resgatar a princesa Peach. E quando você finalmente consegue, qual a sua recompensa? Um beijo no rosto, um aperto de mão e agradecimentos encarecidos.

Por mais divertido que os jogos do Mario sejam, heróis bonzinhos como ele perderam muito do seu apelo para boa parte dos gamers quando estes amadureceram: era preciso criar um tipo diferente de herói para agradar este público. Sonic, com seu estilo e personalidade, apelava para os adolescentes; o soldado de Doom, que lutava por sua vida no inferno, era direcionado a um público mais adulto. Vendo que heróis canastrões eram muito queridos pelo público, as companhias de games começaram a criá-los aos montes.

Só porque não te incluí no último post você está bravo, Snake? Temperamental...

Assim surgiram os anti-heróis, estampados na capa de tantos jogos, que não se importam nem um pouco em resgatar a princesa, e quando a salvam, vão exigir uma recompensa muito maior que um beijo no rosto. Os anti-heróis são, de certa forma, o que todo homem gostaria de ser: esbanjam estilo, têm força para escapar das piores situações e muitas vezes tomam atitudes imorais, apenas para atingir seus objetivos.

O que faz os anti-heróis tão interessantes, no entanto, é o fato deles terem sentimentos muito humanos, diferente dos heróis nobres e bonzinhos, que sempre são…bem, nobres e bonzinhos. O Prince de Warrior Within é um homem tomado pelo desespero, que luta a cada segundo para alterar seu destino trágico; Kratos, de God of War, é atormentado por ter assassinado sua família, e a única coisa que o move é a vingança.

Careca, vingativo e mau. Vin Diesel uma ova, é KRATOS!

Isso cria uma identificação maior entre o jogador e o personagem, pois o anti-herói, assim como qualquer ser humano, tem o bem e o mal dentro de si, e ao longo da trama, faz escolhas às vezes condenáveis, às vezes admiráveis. Essa complexidade e realismo em um personagem provavelmente nunca será vista em um jogo do Mario…ou será que vaI?

MARIO ESMAGA!

É, realmente espero que não…

JoguEntrevista – Flávia Gasi outubro 23, 2009

Posted by Carlos in JoguEntrevista.
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Em uma conversa descontraída, Flávia Gasi, colaboradora da revista oficial do Xbox no Brasil e repórter de games da MTV, dá uma verdadeira aula sobre games e cultura nerd.
Conversamos sobre as mudanças na indústria de games, a pirataria e os impostos sobre games no Brasil, e descobrimos que há um novo tipo de gamer: o mediocore.

Joguepense agrace a Flávia Gasi, a Guilherme Zocchio e a você por assistir =)