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Gameworld: Charles Martinet se apresentando no concurso cosplay abril 1, 2010

Posted by Carlos in Cultura Gamer, Humor.
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Charles Martinet, dublador da voz única do Mario e outros personagens, foi mestre de cerimônias do concurso cosplay do Gameworld 2010. Aqui ele se apresenta e é traduzido pela Natalie Hidemi, editora da Nintendo World Online, que sofre para traduzir uma “frase” em especial.

31/03/2010

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Ah, como eu adoro patches! outubro 12, 2009

Posted by Zé in Cultura Gamer.
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Confesso que não sou um grande fã de jogos de terror, mas se tem uma série que eu nunca joguei, mas sempre tive vontade, é Fatal Frame. O conceito do jogo é muito interessante e a história parece ser fantástica; portanto, quando eu fiquei sabendo do lançamento de Fatal Frame IV para o Nintendo Wii, pulei de alegria e pensei em comprar o jogo um dia. No entanto, a Nintendo, sem nenhuma explicação razoável, mostrou o dedo do meio para todos os fãs ocidentais da série e restringiu o lançamento do jogo apenas para o Japão.

Mas a Nintendo não contava com a astúcia dos fãs-hackers! Três gamers resolveram criar um patch para o jogo, que ao ser colocado em um cartão SD, faz com que o jogo seja traduzido para o inglês. O projeto está quase pronto, resta aguardar para saber se ele vai funcionar direito, mas é muito provável que sim, pois não é de hoje que fãs com conhecimento em japonês e habilidades para hackear um game criam patchs, que traduzem o complicadíssimo idioma japonês e nos permitem jogar pérolas que só ficaram por lá.

A resposta da Nintendo para os fãs de Fatal Frame

A resposta da Nintendo para os fãs de Fatal Frame

Em homenagem a esses fãs, fiz essa lista com os cinco jogos japoneses que eu mais gostei, e que só consegui jogar por causa dos patchs:

Tales of Phantasia: Foi por causa desse jogo que conheci o que era um patch. A série Tales of é uma das minhas favoritas de RPGs, e isso se deve graças a esse jogo. ToP é o primeiro jogo da série, e revoluciona em todos os aspectos: gráficos e trilha sonora ótimos para a época, história fantástica, com um final de cair o queixo, personagens interessantes e bem desenvolvidos, e um sistema de batalha que aboliu os tradicionais menus dos RPGs e colocou o jogador no controle direto do personagem. Simplesmente perfeito!

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Star Ocean: Esse jogo é tão bonito que não parece um jogo de Super Nintendo, parece ser feito para o Playstation. A história não é lá essas coisas, mas os personagens roubam a cena: a história da maioria deles é muito profunda e faz com que você se afeiçoe a eles. Junte a isso um sistema de batalha viciante, similar ao da série Tales, uma dificuldade absurda (prepare-se para horas e horas de level grinding se quiser terminar esse jogo…), e você tem um título e tanto. Um título, vale dizer, muito, mas muito melhor do que a versão para Playstation…até os gráficos são melhores.

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-Wonder Boy 6: Monster Lair IV: Nem tente entender o porquê do nome bizarro desse jogo, a série Wonder Boy tem uma história bem estranha quanto aos nomes dos jogos. Essa série me divertiu muito na época do Master System; aqui no Brasil, os jogos foram adaptados pela Tec Toy, e os personagens originais foram trocados pelos personagens da Turma da Mônica, o que na minha opinião tornou os jogos mais divertidos ainda! Essa série é a mistura perfeita de RPGs com jogos de ação, e Monster Lair IV é um dos melhores da série. As dungeons do jogo não são lineares como nos outros títulos, agora é preciso usar a cabeça para resolver muitos puzzles; e o jogo deixou de ser medieval para se tornar uma história à la As Mil e uma Noites. Além disso, pela primeira vez o Wonder Boy é uma Wonder Girl!

Wonder Boy VI - Monster World IV

-Mother/Mother 3: Diferente de certas pessoas que escrevem nesse blog, eu sei reconhecer quando uma série é boa, e Mother é simplesmente fantástico (Carlos, não me bata :P). Com apenas um título publicado no ocidente (Earthbound), Mother é uma série que se diferencia totalmente dos outros RPGs por sua simplicidade e humor, e é por isso que ela tem que ser reconhecida e jogada. Em qual outro jogo você tem NPCs que só falam besteira, inimigos bizarros, como hippies, fazendeiros gordos, carros desgovernados e alienígenas? Que eu saiba, só essa, e isso já é motivo suficiente para jogar esses títulos.

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-Final Fantasy V: Okay, eu sei que esse título foi lançado oficialmente em inglês para o Playstation, mas a versão do Super Nintendo nunca viu o ocidente, mas graças a um patch muito bem feito, eu pude jogar esse game. Com certeza é um dos melhores Final Fantasy, graças ao Job System, que permite uma customização ampla dos personagens por meio de diversas classes e habilidades, além de chefes que exigem mais do seu intelecto do que do poder de ataque dos seus heróis. Simplesmente um clássico dos RPGs.

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Isso conclui a minha lista. Um grande arigatô a todas as pessoas que se dedicam a traduzir games (na maioria das vezes sem ganhar nada com isso) para que nós possamos jogar o que não conseguiríamos!